Categorias
2021 Publicação

Chegada da variante delta em SP exige estado de alerta na educação municipal

Terminadas as férias escolares, as aulas presenciais na rede municipal retornaram nesta segunda-feira (02/08). Até o momento, apenas estudantes acima de 4 anos estão aptos a ir às unidades. As turmas do Maternal e do Berçário seguem sem atendimento. Para os que vão às escolas, as aulas funcionam em esquema de revezamento, com limite de 35% da capacidade normal. A presença continua facultativa. A partir de setembro, o governo anunciou que deve ampliar o percentual de presentes para 50%, além de iniciar o retorno do Maternal e do Berçário.
A chegada da variante delta do coronavírus no Brasil e na região, por outro lado, exige que os cuidados sigam rigorosos. A variante, que surgiu na Índia, é a mais contagiosa identificada até o momento. Ela também causa mais dificuldade para as vacinas. É por isso que, em várias partes do mundo que já estavam com vida normal, como a China ou países da Europa, anunciaram novas medidas de confinamento ou aumento das restrições nos últimos dias.
Se governos que lidaram bem com a pandemia estão com níveis altos de alerta, isso significa que a preocupação para nós brasileiros deve ser triplicada. Aqui, não temos um presidente que combate o vírus e busca a prevenção. Ao contrário, Bolsonaro trabalha de mãos dadas com a Covid-19. Ele é aliado do vírus e responsável por milhares e milhares de mortes completamente evitáveis.
A hora do Bolsonaro e sua trupe de negacionistas e corruptos ainda vai chegar. Agora, no caso da educação municipal, cabe aos prefeitos serem firmes para tentar preservar a saúde e vida das populações locais. Por isso, alertamos a Dr. Dario que a pandemia pode ter mais um período complicado nos próximos meses, até porque o percentual de pessoas imunizadas ainda é bastante baixo. Inclusive entre os professores, nem todos tomaram a segunda dose até agora.
Dr. Dario, os meses de agosto e setembro serão chave para o monitoramento da variante delta do coronavírus no país. Ainda é cedo para diminuir as restrições. O estado de alerta deve ficar ligado. A vacinação deve aumentar e os protocolos de distanciamento social devem ser mantidos com todo o rigor necessário para salvar vidas.

 

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *