Funcionária terceirizada de uma Escola Classe 10, em Ceilândia (DF), caiu durante o trabalho, bateu fortemente a cabeça contra o chão e veio a falecer no hospital.
O contrato não previa limpeza na alturas, mas, como sempre ocorre com quem depende da sua renda, a terceirizada atendeu a um pedido da direção da escola para a execução do trabalho, que acontecia sem os EPIs necessários, apenas usando uniforme, botas e luvas.
A terceirização obriga os trabalhadores a aceitar condições de trabalho precarizadas, com menos salários e direitos. Além disso, retira a responsabilidade da empresa matriz ou do Estado em caso de acidentes ou direitos trabalhistas.
Nossa luta é pelo fim da terceirização. Que a vida esteja em primeiro lugar!