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Mude o sistema, não o clima!

Os eventos climáticos que assolam o mundo, como os que estão ocorrendo no Rio Grande Sul, não irão cessar enquanto se manter um sistema que nega a emergência climática e ignora as medidas necessárias para enfrentarmos a situação que estamos. O modo de produção capitalista é cruel, não considera nada, nem ninguém, em todos os casos a única coisa que importa é o lucro dos 1% mais ricos, enquanto o 99% restante, sofre com todo o ônus.

No acordo de Paris, os países signatários se comprometeram a manter os níveis de emissão de CO2 dentro de um limite seguro, porém, a situação em que estamos é de esgotamento do limite. No Brasil o agronegócio é responsável por 73% de toda a emissão de carbono em todo o país. Caso o limite seja esgotado, os efeitos da emergência climática se agravarão de forma progressiva. As cheias, inundações, calor extremo entre outros desastres, serão cada vez mais frequentes e intensas.

Quem nos colocou nessa situação foi esse modo de produção nefasto, não nós! A narrativa de que a responsabilidade é de cada indivíduo, é apenas uma forma de manipulação, para os que lucram com esse sistema, continuarem lucrando à custa das vidas perdidas e do meio ambiente. Não existe adaptação para esse sistema!

Precisamos construir alternativas reais e radicais para superarmos esse sistema, que priorizem os 99% que realmente trabalham e vivem as cidades, a construção do ecossocialismo é a construção de um modo de produção sem exploração do homem pelo homem, priorização do bem-estar coletivo e do meio ambiente.

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