Celebramos hoje, 21 de janeiro, o Dia Nacional de Combate à Intolerância Religiosa, criado em 2007 pelo governo Lula, com o objetivo de promover o debate sobre o preconceito religioso e combater de diversas maneiras as formas de intolerância religiosa no território brasileiro.
A data foi escolhida em homenagem a Mãe Gilda de Ogum, ialorixá que sofreu diversos ataques e agressões em seu terreiro na Bahia, resultando em problemas cardíacos que provocaram seu falecimento em 21 de janeiro de 2000.
De acordo com dados do Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania, em 2023, o número de denúncias e violações envolvendo intolerância religiosa explodiram, as denúncias cresceram 64,5% e as violações 80,7% em comparação ao ano anterior.
Diante da ascensão do discurso de ódio da extrema-direita no Brasil, se faz urgente o combate ativo e permanente ao preconceito racial e religioso. Não podemos permitir que esse grupo político que destila ódio se prolifere em nossa sociedade, causando mortes e destruição. Devemos fazer do Dia Nacional de Combate à Intolerância Religiosa, não só um dia de luta, mas também de esperança por um mundo justo e livre de preconceitos. Só a luta muda a vida!