Enquanto milhares de escolas estaduais em São Paulo estão em total abandono, carecendo de investimentos reais, o governo de Tarcísio, com a benção do STF, está entregando a gestão de unidades escolares para empresários, com o objetivo de lucro por 25 anos. E qual é a justificativa? Alegam que a privatização é “só para cuidar da estrutura”, mas sabemos muito bem o que vem depois: cortes de direitos, precarização dos serviços e, claro, interferência no ensino.
Esse modelo de privatização não é novidade. A mesma lógica foi aplicada aos cemitérios da cidade de São Paulo, onde os preços dispararam 500% após a privatização. Agora, o mesmo erro está sendo trilhado na educação pública. O que está em jogo? Transformar um direito fundamental em mercadoria para o lucro de poucos, enquanto o povo paga o preço. O objetivo: favorecer grandes empresas em detrimento da qualidade do ensino e do acesso universal à educação pública.
A privatização não é a solução. Ela só enfraquece a educação e coloca o futuro de crianças, jovens e adultos nas mãos de quem só pensa em lucro. A saída é o compromisso com a escola pública, não com o mercado. É hora de defender a educação como um direito de todos(as), garantindo infraestrutura adequada, mais apoio aos professores(as) e mais respeito à autonomia pedagógica. Diga não à privatização! Só a luta muda a vida!