O texto aprovado no plenário da Casa altera critérios sociais, que levam em conta a renda e a formação em escola pública, e identitários, que consideram a cor, etnia ou deficiência, para o ingresso facilitado em estabelecimentos federais de ensino superior ou de ensino médio técnico.
Cotas não são esmolas, não é vitimismo, muito menos uma forma de concorrência desleal. É uma maneira justa de democratizar oportunidades para aqueles que foram inferiorizados durante muito tempo e que sofrem com a discriminação e a desigualdade social. O sistema de cotas é uma tentativa de reparação histórica, que visa conquistar um país mais justo e igualitário a todos.
Uma pesquisa apontou que o número de novos cotistas nas universidades federais teve uma queda de 13% em 2022. Isso mostra que é necessário, além da política de cotas, uma política de assistência que permita condições para os cotistas permanecerem nela.
Viva as cotas e por mais políticas de permanência e assistência estudantil!