No país das duplas e triplas jornadas, onde o descanso é raro e o trabalho nunca termina, ser mãe é sinônimo de resistência. Por trás do sorriso, há cansaço, coragem e uma luta diária contra a desigualdade. Neste Dia das Mães, homenageamos todas as mulheres que, mesmo diante da escala 6×1 e dos desafios de criar filhos sozinhas, não deixam de sonhar e lutar por si e pelos seus.
Por isso, mais do que reconhecer o esforço diário das mães, precisamos reivindicar mudanças concretas e coletivas: cuidado compartilhado, políticas públicas que apoiem as famílias, divisão justa das tarefas domésticas e igualdade no trabalho. Só assim ser mãe deixará de ser um ato solitário e exaustivo, para ser uma escolha respeitada e bem-vivida, sustentada por toda a sociedade.
Só a luta muda a vida!