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2018 Publicação

O Dia do Trabalhador e a luta por direitos

Em cada rua, em cada casa, em cada empresa ou repartição pública: em todos estes lugares lá estará a trabalhadora e o trabalhador. As casas onde moramos, o chão pisado, o alimento que nos mantém de pé, a escola que nos forma, o hospital que nos mantém vivos: todos existem com o trabalho.

No dia primeiro de maio é comemorado, em todo o mundo, o Dia do Trabalhador. Suas origens, assim como o 8 de março das mulheres, vêm como resposta à repressão imposta à classe trabalhadora em luta. No ano de 1886 em Chicago, EUA, houve grandes mobilizações e greves em defesa da jornada de trabalho de oito horas diárias. Entre os participantes do movimento, muitos foram agredidos, assassinados, presos e condenados à pena de morte.

Três anos mais tarde, a Internacional Socialista, reunida em Paris, resolveu convocar uma grande manifestação em defesa da jornada de oito horas. A data escolhida foi o primeiro de maio, mesmo período do movimento em Chicago, em homenagem aos lutadores de lá. Contudo, houve uma nova repressão da polícia neste ato realizado na França, com o número de dez mortos. Alguns meses depois do ocorrido, a Internacional Socialista, na Bélgica, decidiu escolher a data de primeiro de maio como Dia Internacional dos Trabalhadores.

Após a luta das trabalhadoras e trabalhadores, as oito horas foram sendo conquistadas em diferentes países ao longo da história, assim como diferentes reivindicações em termos de direitos trabalhistas. Do mesmo modo, o primeiro de maio foi sendo adotado como feriado nacional e data para lembrar dos processos de luta e da importância da classe trabalhadora para a sociedade.

Nós, do Sindicato dos Servidores Públicos de Vinhedo desejamos um feliz dia dos trabalhadores para todas e todos! Estamos neste momento em nossa Campanha Salarial, reivindicando a justiça no reajuste de nossos salários e benefícios, muito defasados após seguidas perdas impostas pela Prefeitura. Além disso, enfrentamos o Decreto da Maldade, que restringe o acesso aos serviços de saúde, deixando ainda mais precarizada a situação de Servidoras e Servidores.

Nós nos levantamos todos os dias para oferecer serviços públicos de qualidade para a população vinhedense. Administrações vêm e vão, com seus interesses políticos e projetos de poder. Mas nós permanecemos trabalhando, nos dedicando aos cidadãos da cidade, através de nossos ofícios. Por isso, merecemos ser valorizados, merecemos respeito.

Neste primeiro de maio, portanto, desejamos toda a felicidade e dignidade ao funcionalismo de Vinhedo, assim como para toda a classe trabalhadora do município. Mas não é suficiente comemorar. Em tempos de golpe, de retirada de direitos e dos mais diferentes ataques, é necessários nos unirmos e nos mobilizarmos, nos articulando com os movimentos sociais e sindicais do país para pensar em outro futuro possível. Pois, como diz a frase de Karl Marx: “Se a classe trabalhadora tudo produz, a ela tudo pertence”.

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2018 Publicação

Assembleia das Servidoras e Servidores de Vinhedo decide os novos passos da Campanha Salarial

No dia 24 de abril fizemos nossa assembleia para decidir quais passos iremos seguir para avançar em nossa Campanha Salarial. Nossa união, organização e mobilização são essenciais para conquistar as pautas que estamos reivindicando.

As ações que foram encaminhadas pela assembleia, que serão realizadas ao longo da Campanha Salarial, são:

a) Acompanhar as oitivas da CPI das Contas Públicas e cobrar explicações da Prefeitura;
b) Campanha contra o Decreto da Maldade com a população de Vinhedo e as Servidoras e Servidores para denunciar os ataques realizados pela Prefeitura, buscando apoio para nossas reivindicações;
c) 02/05/2018 – Manifestação na Câmara Municipal pela revogação do Decreto da Maldade que retira o nosso auxílio alimentação e nos força a trabalhar doentes.
Concentração na sede do Sindicato, às 17 horas na sede do Sindicato. A partir de lá iremos conjuntamente para a sessão da Câmara Municipal;
d) 03/05/2018 – Participação no “Encontro com delegados das Escolas para deliberação do regramento do processo de escolha das Equipes Gestoras”, às 18h30;
e) 04/05/2018 – Assembleia das Trabalhadoras e Trabalhadores do Serviço Público Municipal de Vinhedo às 17h30, em primeira chamada e 18h, em segunda chamada, na sede do Sindicato para apresentar as atualizações da Campanha Salarial. Nessa assembleia, reavaliaremos nossas ações e tiraremos novas atividades.

Participem das atividades da Campanha Salarial! Converse com seus colegas sobre a necessidade da luta, chamando-os para os próximos passos. Quem trabalha pela cidade não aceita mais maldade! Vem conosco!

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Sindicato vence ação que garante direitos dos professores em Vinhedo

Sindicato dos Trabalhadores no Serviço Público Municipal de Vinhedo ganha processo judicial e garante que 660 professoras e professores da Rede Pública Municipal de Vinhedo recebam devidamente seus direitos.

Através de ação judicial movida pelo corpo jurídico do Sindicato dos Servidores Públicos de Vinhedo contra a Prefeitura, conseguimos assegurar que 660 professores tenham o direito de receber:

a) diferenças salariais em virtude do arredondamento do valor do salário/hora suprimido a todos professores horistas da Rede Pública Municipal de Ensino de Vinhedo contratados anteriormente a junho de 2014 até o efetivo reestabelecimento do salário suprimido e

b) restituição dos valores descontados de forma indevida nos vencimentos de todos os professores horistas contratados até 17 de junho de 2014.

Os cálculos relativos ao valor que cada professor contemplado nesse processo terão o direito de receber estão disponíveis na Sede do Sindicato.

COMPAREÇA ATÉ O SINDICATO E VENHA CONFERIR A LISTA DOS QUE POSSUEM DIREITO AO RECEBIMENTO!

O Sindicato dos Servidores mais uma vez mostra o seu compromisso com a categoria na garantia dos direitos. Só a luta muda a vida!

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2018 Publicação

Presidente do Sindicato abre Campanha Salarial na Câmara Municipal [Vídeo]

Na última segunda, 12 de março, na reunião ordinária da Câmara Municipal de Vinhedo, o presidente do Sindicato dos Servidores Donizete Ribeiro ocupou a tribuna para anunciar a abertura de nossa Campanha Salarial 2018. Ele destacou a necessidade de abertura de diálogo e as perdas que o funcionalismo vem sofrendo.

Confira o vídeo na íntegra (fonte: Câmara Municipal de Vinhedo)

 

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Marielle presente! [Nota da Intersindical- Central da Classe Trabalhadora]

 

Nota de protesto contra o assassinato de Marielle Franco

Marielle Franco foi assassinada por mais um ato de violência e extermínio que corresponde ao cotidiano da população negra e lutadora no Brasil. Cotidiano, que Marielle, como militante feminista, negra, socialista e moradora da periferia conhecia bem e lutava para transformar.

Marielle nunca se calou diante das injustiças que assolam o Rio de Janeiro, denunciou a violências nas comunidades, a farsa das UPPs e, mais recentemente, a intervenção militar no estado.

Pelo exemplo de coragem e dedicação Marielle representa a todas nós mulheres trabalhadoras.

Cada uma de nós morre um pouco com Marielle, na tristeza que nos abate por seu martírio, mas Marielle vive e em cada uma de nós, por estar presente na luta das mulheres e do povo brasileiro.

Exigimos a investigação criteriosa do atentado que resultou na morte de Marielle Franco e seu motorista Anderson Pedro Gomes, que também foi assassinado no exercício digno de seu trabalho.

Não será mais um crime sem autoria, nem mais uma de nós que se vai sem justiça.

A Intersindical Central da Classe Trabalhadora, na voz do seu Coletivo de Mulheres lamenta a morte da companheira, vereadora e militante da causa feminista Marielle Franco e se solidariza com seus familiares.

Estendemos nossa solidariedade a família de Anderson Pedro Gomes, que trabalhava com Marielle.

Nenhuma a menos!
Marielle Franco Presente!
15 de março de 2018,
Intersindical Central da Classe Trabalhadora
Coletivo Essas Mulheres Trabalhadoras da Intersindical

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Chega de assédio moral e transferências arbitrárias!

Nós, do Sindicato dos Servidores, viemos através de nosso informativo denunciar os constantes casos de assédio moral e transferências arbitrárias e muitas vezes ilegais, vidas das chefias da Administração Municipal.

Nós, Servidoras e Servidores, temos direito a sermos tratados com dignidade e respeito. Comportamentos autoritários, invasivos e desrespeitosos prejudicam tanto a harmonia no trabalho, como a auto-estima do funcionalismo para se manter de pé cumprindo suas funções.

Do mesmo modo, não é possível concordar com transferências do local de trabalho e até mesmo com desvio de função, onde não é apresentado nenhum motivo técnico que seja coerente com esta decisão. É essencial lembrar que Servidoras e Servidores possuem sua rotina dentro de seu cotidiano, com sua família e também um compromisso com os usuários do serviço público de seu setor, dentro de sua dinâmica de trabalho.

Portanto, se você sofrer qualquer tipo de assédio ou transferência inadequada, não se cale! Denuncie e nos procure no Sindicato dos Servidores, onde nós ofereceremos todo o suporte jurídico e sindical para a trabalhadora ou trabalhador que necessite.

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“Força companheiras, o mundo muda com a força da mulher!” por Amanda Fonseca

 

 

Amanda Fonseca, para o Dia Internacional de Luta das Mulheres

Acho controverso essa cultura de desejar um “feliz dia das mulheres”, pois o que há de feliz na celebração de uma data onde um grupo de mulheres que lutavam por direitos trabalhistas foram carbonizadas por um patrão homem?

Foi em 08 de março de 1857, que operárias de Nova York, EUA, ocuparam a fábrica de tecidos em que trabalhavam, reivindicando melhores salários e direitos trabalhistas. Como represália, a polícia trancou as trabalhadoras e incendiou o prédio, provocando o assassinato de aproximadamente 130 mulheres. A denúncia sobre este fato originou a primeira inspiração para o 8 de março, dia de luta das mulheres.

Desde então, ser mulher é (e sempre foi) sinônimo de luta, sobretudo num país que registra um estupro a cada 11 minutos, um caso de violência doméstica a cada 7 segundos, 13 vítimas de feminicído por dia.

Ser mulher é trabalhar nos mesmo cargos que homens e ganhar menos, é ter sua capacidade subjugada, é se esforçar duas vezes mais para competir com quem tem privilégios de gênero. Ser mulher é ser lutadora!

Os ataques são inúmeros e diversos, em Vinhedo temos por exemplo o decreto da maldade que é mais um golpe nos direitos trabalhistas. Ele afeta os servidores como um todo, mas principalmente as mulheres que assumem ainda a maior responsabilidade na criação dos filhos (muitas vezes fazem isso sozinhas, já que o Brasil tem 5,5 milhões de crianças sem o pai no registro).

Este decreto desumano tira o direito fundamental de cuidado com a saúde, uma vez que a falta no trabalho (mesmo com apresentação de atestado médico) implica na perda do auxílio alimentação, que compõem parte fundamental da renda. Isso afeta quem tem necessidade de acompanhamento pré natal, quem tem necessidade de acompanhamento de filhos a consulta médicas, além é claro, de punir quem fica doente.

São muitas as dificuldades que essa sociedade machista, misógina, patriarcal nos impõem, seja no mercado de trabalho, em casa, ou na rua exercendo nosso direito de ir e vir. Diante disso, eu não quero flores, nem chocolates, nem campanhas publicitárias capitalistas que reforçam estereótipos, eu não quero desejar “feliz dia” em panfletos cor de rosa, eu quero ocupar meu lugar de direito, quero respeito, valorização e equidade. Meu desejo é de força! Porque a luta continua, e se muito já foi percorrido, muito ainda temos pela frente.

Força companheiras, o mundo muda com a força da mulher!

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Austeridade para quem?

 

Por que em Vinhedo e no Brasil este discurso é usado para retirar direitos?

Precisamos economizar, para manter as contas em dia, as finanças em ordem, “arrumar a casa”. Isso parece justo, não é? Ao ouvir palavras como essas, tendemos a concordar e achar ser correto. Mas é importante ficarmos atentos sobre as reais intenções muitas vezes omitidas por este discurso, vindas de gestores públicos, da grande mídia, economistas representantes da burguesia e outros sujeitos.

Em primeiro lugar, devemos fazer algumas perguntas: austeridade para quem? De quem será o sacrifício? Os recursos estão sendo gastos em muita quantidade ou estão sendo mal utilizados?

No Governo Federal, comandado pelo governo ilegítimo de Michel Temer, se fala em economia, austeridade. Dentro desta lógica, apenas para dar alguns exemplos, ele congelou por 20 anos os investimentos públicos em áreas como Saúde e Educação e tenta aprovar uma Reforma da Previdência onde o direito à aposentadoria estará seriamente comprometido.

Por outro lado, nós perderemos cerca de um trilhão de reais em 25 anos, através das isenções fiscais aos estrangeiros, na exploração de nosso Petróleo. Indo na mesma direção, temos bilhões perdoados de grandes empresários na renúncia fiscal de impostos, além da sonegação e da injustiça no sistema tributário, onde os ricos são menos taxados que os pobres. Isso sem falar no pagamento de juros da dívida pública, que compromete grande parte do orçamento nacional.

Esta mesma lógica é encontrada em Vinhedo. A Prefeitura alega crise e falta de recursos, mesmo com o aumento na arrecadação. O prefeito Jaime Cruz se vale destes argumentos para atacar os direitos de Servidoras e Servidores e o acesso da população a serviços públicos de qualidade. No dia 15 de setembro de 2017 ele publicou um documento onde afirmava a necessidade de austeridade. Entre as suas medidas, estava a tentativa de fechamento da UPA e Pronto Atendimento da Capela na parte da noite, ação revertida através de representação do Sindicato e da luta de diferentes setores da sociedade vinhedense.

O mesmo argumento de “economia” vem sendo utilizado para impor perdas ao funcionalismo, como a desvalorização salarial e o Decreto da Maldade, que restringe o direito ao auxílio alimentação a Servidoras e Servidores doentes. Contudo, no mesmo “pacote” o Prefeito Jaime Cruz prometeu cortar quatro secretarias e diminuir o número de comissionados, algo que não cumpriu. Ficaremos atentos, durante a nossa Campanha Salarial, quando houver qualquer justificativa de ausência de recursos para não nos conceder direitos, visto que nem as promessas feitas sobre cortes na gestão foram cumpridos.

Fora isso, os casos de má-gestão do dinheiro público são muitos no cotidiano da Administração. Poderíamos citar vários exemplos, como o desperdício de medicamentos e gastos excessivos com propaganda. Podemos citar também o pagamento atrasado das férias do funcionalismo, que custará à Prefeitura o legítimo pagamento a centenas de Servidoras e Servidores lesados, em processo vencido pelo Sindicato em segunda instância.

Para concluir, fiquemos atentos aos discursos vindos do poder público, da imprensa e do poder econômico. Enquanto exigem “economia”, “austeridade”, na verdade eles estão querendo que nós, a classe trabalhadora, paguemos a conta de uma crise que não criamos, num discurso que serve apenas para garantir a manutenção dos privilégios dos de cima.

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Assembleia definirá pauta de reivindicações da Campanha Salarial 2018

Venham, todas e todos, ajudar a construir esta Campanha Salarial 2018. Nesta terça, estaremos formulando a nossa pauta de reivindicações. Nos vemos lá!

 

 

 

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Nota da Intersindical-RJ em repúdio à intervenção militar no Rio de Janeiro

O Rio de Janeiro amanheceu sob intervenção militar

O caos na segurança pública foi o argumento utilizado para a medida, primeira vez utilizada desde a constituição de 1988.

A crise da segurança pública no RJ é demonstração clara de que a política de guerra às drogas fracassou, gerando como consequência perversa o genocídio da juventude negra nas favelas.

O emprego das Forças Armadas para tratar a segurança pública já aconteceu no contexto dos megaeventos no Rio de Janeiro sem haver sequer melhora no quadro de violência.

Reiteramos que a intervenção do governo federal na segurança está longe de atacar a raiz do problema.

O desgoverno de Pezão atinge em cheio a saúde , educação e os demais serviços públicos.

Sem contar o desemprego, o mais grave quadro entre os estados brasileiros.

O povo quer serviços públicos dignos e emprego, e não será a intervenção militar a solução desses problema.

Para a intersindical a solução está na saída imediata de Pezão e a convocação de eleição. O povo é que tem que decidir o futuro do Rio de janeiro.

O povo tem que decidir se as isenções fiscais devem continuar!

Mas o povo não deve se iludir, não partirá dos golpistas soluções democráticas.

Também devemos manter o sinal de alerta ligado. Quem procura intervir nas eleições gerais impedindo o candidato a frente nas pesquisas de concorrer é capaz de tudo.

A revolta e mobilização popular contra a Reforma da Previdência não pode ser tratada com o endurecimento da repressão do Estado contra os cidadãos e Intervenção Militar.

A Intersindical repudia este decreto que aprofunda drasticamente a agenda de retrocessos do golpe. Ou seja, a intervenção Militar vem para impor ainda mais restrições democráticas, com recrudescimento da repressão, sendo um passo perigosíssimo rumo à uma ditadura.

Portanto, a Intersindical convoca a todos a se somar a resistência a não intervenção militar e a Reforma da Previdência. Vamos manter a mobilização para o dia 19!

Que o povo do Rio decida!