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2017 Publicação

[Intersindical] Governo cancela 180 mil auxílios-doença

Levantamento do Ministério do Desenvolvimento Social (MDS) aponta que, após realizar 200 mil perícias, o governo decidiu cancelar 180 mil auxílios-doença. Com isso, diz a pasta, será possível economizar R$ 2,6 bilhões por ano.

O resultado, enviado ao G1, abrange os cancelamentos até 14 de julho. O pente-fino do ministério focou naqueles beneficiários que há mais de dois anos não passavam por revisão no INSS, o que é obrigatório.

Previsto em lei, o auxílio-doença estabelece o repasse de dinheiro ao segurado do INSS que, por uma doença ou acidente, fica temporariamente incapaz de trabalhar. Para receber os recursos, a pessoa precisa apresentar laudo médico e passar por revisão.

O pente-fino nos benefícios pagos pelo INSS, previsto em medida provisória, começou em 2016, mas foi suspenso porque o Congresso não aprovou a MP a tempo. O governo, então, editou uma nova MP, e a revisão foi retomada no início deste ano.

 

Do site da Intersindical- Central da Classe Trabalhadora

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2017 Publicação

[Intersindical] Senado afronta o povo brasileiro e vota fim dos direitos trabalhistas

 

Do site da Intersindical- Central da Classe Trabalhadora

Inaceitável! – Após mais de 12 horas de resistência por parte de trabalhadores e senadoras de oposição, o plenário do Senado sentenciou os trabalhadores brasileiros ao empobrecimento e perda de direitos nesta terça-feira (11/07), com a aprovação do projeto de lei (PLC 38) de “reforma” trabalhista. Foram 50 votos a favor, 26 contrários e uma abstenção.

O ilegítimo Michel Temer promete sancionar imediatamente. Logo ele que está prestes a se enterrar no lixo da história. Já o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia afirma que não aceitará mudança alguma no texto.

Tanto Temer quanto Maia querem terceirização total, fim dos empregos com direitos, autônomos permanentes, intermitentes e sem direito de recorrer à Justiça do Trabalho.

Fazem isso no momento em que o Supremo Tribunal Federal (STF) deve julgar a denúncia contra Michel Temer por corrupção passiva e mais da metade do Congresso está sendo investigada, mergulhada num mar de denúncias e delações.

 

Resistência

Após mais de oito horas a sessão permaneceu suspensa mediante a iniciativa de algumas senadoras, como Gleisi Hoffman (PT/PR), Vanessa Grazziotin (PCdoB/AM), Fátima Bezerra (PT-RN), Regina Sousa (PT-PI), Lidice da Mata (PSB/BA) que ocuparam as cadeiras da mesa-diretora da Casa, impedindo a abertura dos trabalhos.

Truculento, o presidente do Senado, Eunício Oliveira (PMDB-CE), mandou apagar as luzes do plenário (foto), cortou o som dos microfones e mandou transferir a votação para o plenário Petrônio Portella, sem a presença da imprensa e de trabalhadores.

Edson Carneiro Índio, Secretário-Geral da Intersindical Central da Classe Trabalhadora conta o que aconteceu: “Enquanto as senadoras ocupavam a mesa diretora, Eunício Oliveira mandou transferir a votação para o plenário Petrônio Portela. Diversos dirigentes sindicais permanecemos na porta do Petrônio Portela para garantir que a votação não ocorresse ali. A polícia legislativa usou arma de choque e muita violência. Nós ficamos lá por muitas horas sem água, sem comida e várias horas sem banheiro”.

Truculento e autoritário, o presidente do Senado voltou ao plenário, reabriu a sessão e de microfone em punho e sem estar sentado na cadeira de presidente encaminhou a votação da reforma trabalhista.

Do lado de fora do Congresso, manifestantes protestaram durante todo o dia e projetaram as frases “Fora, Temer” e “Fora, Maia” nas torres do Congresso Nacional.

“Não vamos aceitar essas medidas. Temer e esses 50 senadores vão se enterrar no lixo da história”, conclui Índio.

Confira aqui como votou cada senador traidor da classe trabalhadora.

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2017 Publicação

Funcionalismo faz greve e manifestação contra o Decreto da Maldade e pelo reajuste salarial com a inflação

 

Servidoras e Servidores saíram em marcha e realizaram uma greve na cidade de Vinhedo, no dia 12 de junho, lutando pela defesa da dignidade e valorização, para o funcionalismo e a população usuária dos serviços públicos. Exigimos a revogação do DECRETO DA MALDADE, que retira o auxílio alimentação, mesmo para o trabalhador com problemas de saúde e a o reajuste no salário e nos benefícios com a inflação.

Às 17h30, na sede do Sindicato, realizamos uma assembleia para definir os rumos de nossa Campanha Salarial.

Devido à ameaça da Prefeitura com o DECRETO DA MALDADE, de retirar o auxílio alimentação do funcionalismo, decidimos coletivamente que não conseguiríamos crescer em força para a continuação da greve. Infelizmente estas são as armas da Administração Municipal, afetando trabalhadores que temem não ter comida para as suas famílias.

Contudo, avaliamos que nossa mobilização tem tudo para crescer cada vez mais, mesmo fora da greve. A Campanha Salarial se intensifica, com outras ferramentas, até o DECRETO DA MALDADE ser revogado e nossos salários e benefícios serem reajustados pela inflação. Realizaremos uma série de ações para demonstrar nossa indignação e pressionar a Prefeitura nos dar o que nos é de direito. Continuaremos a denunciar o sucateamento dos serviços públicos e a precarização do trabalho em Vinhedo. Junto a isso, como decidido na assembleia, vamos recorrer à Justiça, levando a dissídio.

Nós contamos muito com a participação de todas e todos! Fiquem atentos às nossas mobilizações, através de nossos veículos de comunicação. Se organize em seus local de trabalho, converse com seus colegas! Não podemos desistir!
Muito obrigado a todas e todos que estão lutando pela justiça, pela dignidade e pelos direitos dos trabalhadores e da comunidade vinhedense. Só a luta muda a vida!

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2017 Publicação

Categoria entrará em greve a partir de 12 de junho

Em assembleia realizada no dia 30 de maio, na sede do Sindicato dos Servidores, o funcionalismo público municipal de Vinhedo decidiu entrar em greve a partir do dia 12 de junho.

Depois de fazer uma paralisação de 24 horas no dia 26 de maio, de realizarmos uma série de manifestações e outras ações, mas sem ter nossas demandas atendidas, só nos resta agora iniciar uma greve. A Prefeitura fechou todas as portas de diálogo, se recusando a nos dar o reajuste da inflação no salário e benefícios, além de manter o DECRETO DA MALDADE, que faz com que nós trabalhemos doentes, retirando nosso direito ao auxílio alimentação, além de expor os usuários ao contágio.

Exigimos a revogação do DECRETO DA MALDADE e o reajuste, com a inflação, nos nossos salários e benefícios!

Chamamos também toda a população a lutar conosco. Queremos transparência nos gastos públicos e respeito com os serviços oferecidos à população. Vamos mostrar toda a indignação com o sucateamento e precarização ocorridos no município e exigir os direitos da comunidade vinhedense!

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2017 Publicação

Servidoras e Servidores realizaram paralisação e manifestação dentro da Campanha Salarial

O Prefeito Jaime Cruz vem se empenhando em realizar uma série de ataques aos trabalhadores do serviço público, além de mostrar notável descaso e desrespeito junto ao povo da cidade.

Trata-se do sucateamento dos serviços públicos, cortes de direitos e precarização do trabalho. Lembramos que nossa luta é pelos Servidores, que possuem o direito de trabalhar dignamente para sustentar suas famílias, mas também pelo acesso da população aos serviços públicos de qualidade. Nossa dignidade está ameaçada, e não temos estrutura para atender à população, com locais de trabalho caindo aos pedaços. Enquanto eles lá querem nos dividir, devemos nos unir e ir às ruas cobrar um mínimo de dignidade para todas e todos!

A situação para a Prefeitura fica ainda pior quando sabemos que a arrecadação do município cresceu entre 2015 e 2016. Ou seja, o dinheiro em caixa da Prefeitura aumentou, mas a qualidade dos serviços e as condições de trabalho do funcionalismo caíram.

Diante desta situação, iniciamos em fevereiro a nossa Campanha Salarial. Fomos recebidos pela Prefeitura com atraso e, depois de mais de 10 horas de quatro reuniões, conseguimos avanços no acordo coletivo e nas cláusulas sociais (não relacionadas ao salário). Quanto ao reajuste salarial, a Administração ofereceu um aumento escalonado que resulta em acréscimo de ridículos 64,57 reais para todos os servidores, chegando a 1% para alguns profissionais. Isso não irá repor sequer o índice da inflação para grande parte dos servidores, nem acompanha o aumento de impostos na cidade significando perdas gravíssimas para o funcionalismo.

Eles encerraram a negociação. Para nós, a Campanha Salarial continua até conseguirmos o que nos é de direito. Realizamos manifestações na Câmara e em frente a Prefeitura, além de atrasos de jornada a partir do dia 21 de maio, junto a outras ações. Esgotadas todas as possibilidades, só nos restou cruzar os braços, numa paralisação, realizada nesta sexta, 26 de junho.

Conseguimos parar muitos postos de trabalho e realizamos uma manifestação com 300 pessoas, que percorreu o Centro de Vinhedo e foi até a frente da Prefeitura. Dialogamos com a população, gritamos em defesa de nossos direitos, passando de forma clara o nosso recado. Se eles continuarem a nos desrespeitar, sem nos conceder o mínimo a que temos direito, é GREVE!

A defesa do serviço público é nossa e de vocês. Contamos com todas e todos para uma luta unitária e organizada, por direitos na cidade e no país. Queremos uma Vinhedo e um Brasil melhores e mais justos. Só a luta muda a vida!

Respeito e valorização, para o Servidor e a população!

 

 

 

 

 

 

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2017 Publicação

Campanha Salarial continua, com atrasos de jornada

Nesta segunda, dia 23 e terça, dia 24, a Campanha Salarial dos Servidores de Vinhedo prossegue. Embora a Prefeitura tenha alegado fim das negociações, a decisão coletiva em assembleia recusou a proposta de reajuste abaixo da inflação.

No dia 23 iniciamos o dia com atrasos na jornada de no SERM (Secretaria Municipal de Serviços), onde mostramos nossa indignação, dialogando com a categoria. No dia 24 foi a vez da CEI Chapeuzinho Vermelho e Pica Pau, onde realizamos o atraso, dando o nosso recado.

No dia 23, também como parte de nossos mobilizações, fomos à reunião ordinária da Câmara Municipal protestar.

Nossa luta prossegue esta semana. Não tem arrego enquanto não tivermos nossos direitos!

 

 

 

 

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2017 Publicação

[Vídeo] Nota sobre o novo decreto da maldade da Prefeitura

Veja este vídeo com a nota do Sindicato dos Servidores, com a diretora Marta Pinheiro, sobre o decreto da Prefeitura. Este novo decreto da maldade apresenta um absurdo reajuste escalonado, com no máximo 54, 57 reais de aumento. A nossa luta da campanha salarial não se encerra. Muito pelo contrário, se intensifica! Não tem arrego! Só a luta muda a vida!

 

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2017 Publicação

Nota sobre a última reunião com a Prefeitura, dia 12 de maio

No dia 12 de maio, última sexta-feira, diretores do Sindicato dos Servidores estiveram presentes em mais uma reunião com a Prefeitura, dentro de nossa Campanha Salarial. Desta vez, contamos com a presença das Servidoras e Servidores do lado de fora, em frente à sede do Paço Municipal, realizando uma manifestação. Eles mostraram a sua indignação, dialogando com a população sobre a desvalorização do funcionalismo e dos serviços públicos na cidade, através de cartazes e panfletagem.

Nós avançamos em alguns pontos das cláusulas sociais, tais como:

– Licença lactante (até um ano do bebê)
– Intervalo de 20 minutos para os professores de educação infantil.
Outros pontos que a Administração Pública demonstrou interesse em analisar melhor e enviar resposta na segunda-feira:
– Revisão do Plano de Cargos e Carreira
– Membros da diretora executiva do Sindicato terão 4 dias de liberação e demais diretores 2 dias de liberação mensal para trabalho sindical.

A Prefeitura, durante a reunião, se comprometeu em analisar nossas considerações sobre reajuste salarial e alguma proposta no BIQ. Porém, eles continuam alegando muita dificuldade econômica e preocupação em relação a Lei de Responsabilidade Fiscal. Exigimos a transparência sobre a arrecadação e gastos no município e que se cortem privilégios e não direitos básicos, de quem ajuda a construir a cidade todos os dias.

Aqui não tem arrego! Vamos continuar negociando com educação e respeito e lutando por nossos direitos. Chamamos a todas as Servidoras e todos os Servidores a se juntarem nesta luta, para conseguirmos avanços e impedirmos retrocessos.

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2017 Publicação

Servidoras e Servidores rejeitam proposta desrespeitosa da Prefeitura

 

SE NÃO TIVERMOS NOVA RESPOSTA ATÉ O DIA 9, É GREVE!

As Servidoras e Servidores compareceram em peso para a assembleia geral da categoria, realizada no último dia 4 de maio, lotando a Praça Sant’Anna.

De forma unânime, os presentes REJEITARAM a proposta da Prefeitura, feita em reunião realizada no dia anterior com a direção do Sindicato. A Administração Municipal ofereceu:

– O reajuste da inflação apenas para os salários de até R$ 1.582,65.

– Aumento escalonado chegando até o limite de aproximadamente R$ 72,30 para os que recebem acima deste valor.

– Cargos comissionados e de gratificação não terão reajuste.

– Para todos os benefícios, a proposta deles é REAJUSTE ZERO!

As Servidoras e Servidores, na mesma assembleia, REJEITARAM unanimemente, a proposta da Prefeitura em relação ao DECRETO DA MALDADE. Eles estão defendendo a retirada do auxílio alimentação com uma falta injustificada e, também, com uma falta justificada de dois dias de atestado. Ironicamente, o Prefeito Jaime Cruz alegou motivos de saúde para não participar da reunião.

Na próxima segunda-feira, dia 8 de maio haverá uma nova reunião com representantes da atual Gestão Municipal. No dia seguinte haverá uma Assembleia Geral da categoria. A base das trabalhadoras e trabalhadores deu mostra de que já perdeu a paciência. Estamos já nos organizando para iniciar uma GREVE, caso a proposta continue insatisfatória.

Não aceitaremos mais perdas salariais e de direitos. Nem em Vinhedo, nem no país! Estamos abertos ao diálogo e esperamos o mínimo de respeito à população e aos serviços públicos do município por parte da Prefeitura.

Não tem arrego! Respeito e valorização para o Servidor e a população!

 

[Assembleia dia 9 de maio. primeira chamada: 17h30; segunda chamada; 18 horas. Praça Sant’Anna]

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2017 Publicação

71% são contra reforma da Previdência e 64% acham que reforma Trabalhista só vai ajudar os patrões

 

Do site da Intersindical- Central da Classe Trabalhadora

 

Temer, seu governo e a base de apoio no Congresso Nacional têm a obrigação de dar respostas a tanto desmando e destruição dos direitos dos trabalhadores. É isso que diz pesquisa e Greve Geral realizada em todo o país, no dia 28 de abril, alcançando mais de 30 milhões de brasileiros.

 

Pesquisa realizada pelo Instituto Datafolha divulgada no domingo (30) aponta que:

  • 71% dos brasileiros são contra a reforma da Previdência
  • 83% é o índice de rejeição à reforma da Previdência entre os funcionários públicos
  • 76% da população com ensino superior são contra a reforma da Previdência
  • 73% das mulheres rejeitam a reforma da Previdência
  • 64% dos entrevistados acham que a reforma Trabalhista vai privilegiar os empresários
  • 63% dizem que a lei da terceirização só é boa para os patrões
  • 31% consideram que não haverá mudança na atual situação de desemprego e igual parcela prevê que vagas serão fechadas
  • 66% dos entrevistados acham que os preços de mercadorias e serviços devem subir com a ampliação da terceirização
    Temer, seu governo e a base de apoio no Congresso Nacional têm a obrigação de dar respostas a tanto desmando e destruição dos direitos dos trabalhadores. É isso que diz pesquisa e Greve Geral realizada em todo o país, no dia 28 de abril, alcançando mais de 30 milhões de brasileiros.

 

Na Previdência
A proposta apresentada por Temer visa aumentar o tempo mínimo de contribuição e a idade mínima de aposentadoria para homens e mulheres. As projeções feitas por especialistas no assunto mostram que a maioria dos brasileiros, pelas novas regras propostas, morreria sem conseguir se aposentar.

Terceirização
A lei da terceirização, sancionada em 31 de março por Michel Temer, permite que uma empresa possa contratar outra para qualquer tipo de serviço.

Reforma Trabalhista
Com seu texto base aprovado na quarta-feira, 26, na Câmara dos Deputados, a Reforma Trabalhista poderá modificar de maneira substancial a a CLT. A reforma atinge muitos pontos, mas o ponto central altera a relação e a negociação entre trabalhadores e empresários. O negociado terá sobreposição sobre o legislado. E a contribuição sindical será facultativa.