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2019 Ações Publicação

Documentos necessários para ações jurídicas de FGTS e biênio

Diante da completa incompetência da prefeitura em cumprir com suas obrigações trabalhistas, o SSPV novamente terá que apelar à Justiça para garantir os direitos dos servidores e servidoras.

Duas ações estão sendo preparadas: pelos depósitos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) e pelo pagamento das progressões de biênio dos professores.

Para isso, solicitamos que, aqueles servidores que desejam entrar com a ação, tragam ao sindicato os documentos necessários para o processo. No caso do FGTS, é necessário retirar um extrato analítico do Fundo de Garantia na Caixa Econômica Federal.

Quanto ao biênio, os professores devem trazer ao SSPV no mínimo três holerites por cada um dos últimos três anos.

Os documentos devem ser entregues, o quanto antes, diretamente para o advogado do SSPV, às quartas ou sexta-feiras, a partir das 15h.

Vale lembrar que a ação pelo pagamento do quinquênio, dos demais servidores, já está em andamento.

Esclarecemos ainda que, em 2016, o SSPV também moveu processo coletivo pelos depósitos do FGTS, que segue em curso. A ação atual visa atualizar os meses pagos e aumentar a pressão, expondo a reincidência do governo municipal.

Prefeitura, chega de calote. Pague o que nos deve!

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2019 Ações Publicação

Vitória para a guarda municipal: Justiça proíbe compartilhamento e exige que prefeitura recolha coletes vencidos

Nesta semana, a assessoria jurídica do SSPV teve o retorno do processo sobre os coletes vencidos da Guarda Municipal.

A Justiça do Trabalho aceitou a demanda do SSPV e agora exige que a prefeitura tire de circulação todos os coletes balísticos vencidos em até cinco dias. A multa para o não recolhimento é de R$ 50 mil por equipamento fora da validade.

A decisão jurídica também proíbe a prática de compartilhamento de coletes entre os guardas municipais, exigindo que a prefeitura garanta um EPI para cada servidor.

O SSPV entrou com a ação jurídica após a mobilização dos guardas no mês de agosto do ano passado, que pressionou a prefeitura a regularizar a situação.

Só a luta muda a vida!

Veja a decisão na íntegra abaixo:

 

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2019 Ações Publicação

SANEBAVI: servidores 12 x 36, os alvos da vez!

Apoiada na reforma trabalhista do governo Temer, a administração da Sanebavi quer retirar direitos dos trabalhadores. Os alvos da vez são os servidores da escala 12 x 36. Nos últimos meses, a Sanebavi deixou de pagar em dobro os dias de feriado.

O SSPV se reuniu com a Superintendência para solicitar a volta do pagamento, mas a resposta foi negativa. O mesmo aconteceu com a demanda da segunda folga mensal.

É hora de mobilizar! Para contemplar todos os servidores da escala 12×36, vamos organizar duas assembleias: 30 e 31 janeiro, a partir das 16h, na sede do SSPV.

Vamos juntos planejar a defesa de nossos direitos!

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2019 Ações Publicação

Biênio e quinquênio: prefeitura foge do diálogo e insiste no calote

O ano começa sem novidades sobre o pagamento atrasado das progressões de biênio e quinquênio dos servidores de Vinhedo. O governo municipal faz pouco caso e não responde às seguidas cobranças do SSPV. Nesta quarta-feira (09), protocolamos mais um ofício requerendo um posicionamento do executivo. Até o momento, não houve retorno.

As progressões são garantidas pelas leis 110 e 112/2011. O governo municipal parou de pagá-las no início de 2017.

Não vamos aceitar o calote. As tentativas de diálogo vão seguir, mas a pressão política vai aumentar!

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2018 Ações Publicação

Dinheiro público para o serviço público: contra a terceirização da educação em Vinhedo!

O prefeito tucano Jaime Cruz mostra mais uma vez que a educação PÚBLICA não é prioridade de seu governo. Em vez de fortalecer e expandir a rede municipal, Jaime vem FECHANDO TURMAS e repassando dinheiro para escolas privadas.

No ano passado, a Secretaria de Educação encerrou o berçário na CEI Tia Anastácia. Agora, a administração anuncia que, para 2019, a turma de Maternal I também será suprimida. As servidoras se perguntam: em 2020 e depois, o que será da CEI?

Tudo indica que existe um processo em curso de TERCEIRIZAÇÃO E PRIVATIZAÇÃO da educação de Vinhedo. As crianças que seriam atendidas pela CEI Tia Anastácia são encaminhadas para o Colégio Cristão Attos, que é privado, tem viés religioso e é pago pela prefeitura.

O valor que a prefeitura repassou ao Attos neste ano foi de quase R$ 1,5 milhão. Em 2017, foi a mesma coisa.

Outra escola privada que recebe dinheiro público é a Favo de Mel, em torno de R$ 700 mil por ano.

A terceirização nada mais é do que dinheiro público desviado para o setor privado sem a menor transparência e garantia. Por isso, é o principal mecanismo da corrupção pelo mundo afora.

Para os trabalhadores, os efeitos são conhecidos: salários baixos e rotatividade alta.

As ações de Jaime Cruz estão alinhadas à lei da terceirização irrestrita, aprovada pelo governo federal de Temer e pelo Congresso Nacional no ano passado, assim como a reforma trabalhista. Para piorar, Bolsonaro segue a mesma linha.

Por isso, a defesa da educação, e de todos os setores públicos de Vinhedo, dependerá da união dos servidores e do apoio da população.

O povo sabe da importância e da qualidade da educação pública. O que precisamos é de mais investimento e valorização. Quem vai pagar a conta da terceirização será todos nós, a começar pelas crianças.

Dinheiro público para o serviço público!!!

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2018 Ações Publicação

Retrospectiva 2018: linha do tempo

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2018 Ações Publicação

Recesso do atendimento jurídico

Informamos que, após o atendimento desta quarta-feira (19/12), o serviço jurídico na sede do SSPV entra em recesso e retorna no dia 23 de janeiro.

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2018 Ações Publicação

Editorial | Retrospectiva 2018: muita luta e uma grande vitória

Editorial do Infoserv de dezembro 2018

Chegamos ao fim de mais um ano e, mais uma vez, a palavra que melhor define os últimos 12 meses é resistência.

Lutamos contra a comissão ilegal e antidemocrática para mudança ao re­gime estatutário; contra o Decreto da Maldade; contra a retirada de direitos na campanha salarial; contra o desrespeito a direitos garantidos em lei pelos servidores, como as progressões de biênio e quinquênio; contra o assédio mo­ral e as transferências arbitrárias.

No plano nacional, também participamos da resistência à agenda antipopular do governo, em especial, da tentativa de Reforma de Previdência, que dificultaria o acesso e rebaixa o valor das aposentadorias.

Saímos vitoriosos de várias dessas lutas. A mudança antidemocrática para o regime estatutário foi interrompida por ação judicial movida pelo sindicato. A campanha salarial conseguiu garantir direitos fundamentais e corrigir as perdas da inflação. O pagamento do vale-alimentação (BIQ) para inativos foi restabelecido.

Também vencemos a ação coletiva de férias e do arredondamento de salário dos pro­fessores, além de ações individuais relevantes, como nos casos de as­sédio moral ou de processos administrativos internos.

Mas nenhuma dessas conquistas foi tão importante quanto a derrubada do Decreto do Maldade, em 25 de junho, um ano depois de que entrou em vigor.

O Decreto obrigava os servidores municipais a trabalharem doentes para não perderem o auxílio-alimentação. Cada servidor só podia apresentar um atestado médico por mês e o período de afastamento não podia ultrapassar cinco dias. Quem não se enquadrasse, perdia o auxílio-alimentação na íntegra. Sim, o desconto não era proporcional, mas integral, no valor de R$ 582!

Desde que o Decreto da Maldade passou a valer, o SSPV não mediu esforços para derrubá-lo: ações judiciais, reuniões com a prefeitura, divulgação por outdoors, manifestações e articulações políticas. A atuação do sindicato, ao lado de todos os servidores e servidoras, convenceu a opinião pública e os vereadores de que era preciso derrubar o Decreto. Essa vitória é nossa!

2019: AUMENTAR A ORGANIZAÇÃO

Nada indica que o próximo ano será diferente. Como anunciamos no último jornal, a Previdência Social está na mira do próximo governo.

Além da Reforma de Temer, que exige idade mínima, acaba com aposentado­ria por tempo de contribuição e diminui o valor dos benefícios, a equipe de Bolsonaro pretende privatizar a Previdência e impor o sistema de capitalização individual.

Nesse modelo, o Estado não se responsabiliza pela proteção dos aposentados. É cada um por si. Em outros países, como o Chile, o resultado desse sistema são aposentadorias que não ultrapassam o salário mínimo.

Em Vinhedo, vamos seguir exigindo cumprimento e respeito aos nossos di­reitos. A entrada do ano vai ser de pressão pelo pagamento das progressões de biênio e quinquênio. Se querem dar o calote nos servidores, vamos responder com mobilização.

Paralelamente, começa a preparação para a campanha salarial. Mais do que nunca, a organização e pressão dos servidores é o que pode pender a balança da negociação para o nosso lado. Sem luta coletiva, com muita gente nas as­sembleias e nos atos, não avançaremos na pauta e teremos ameaçados nossos direitos.

Por fim, o SSPV deseja boas festas a todas e todos, e que o ano novo seja repleto de sindicalizações, de muita participação nas atividades sindicais e, é claro, de cada vez mais vitórias nas lutas!

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2018 Ações Publicação

Vitória: abono de Natal para todos/as!

Valeu a pena a insistência e a pressão. Jaime Cruz acabou de anunciar que os servidores da prefeitura e da Sanebavi receberão abono de Natal neste fim de ano. O valor será de R$ 300 para aqueles que recebem salários de até R$ 2 mil; e de R$ 200 para os servidores com salários maiores.

O anúncio do prefeito vem logo em seguida da manifestação do SSPV, que pedia o benefício para todo o funcionalismo, e não apenas para os servidores da Câmara.

Ainda que o valor anunciado esteja abaixo dos funcionários do Legislativo, é uma vitória da categoria que deve ser comemorada. Sem luta e reivindicação, não teríamos nada.

Ao mesmo tempo, seguimos na pressão pelo pagamento das progressões de biênio e quinquênio. Contra o calote do prefeito!

Volta do leite e manteiga

Outra conquista dos servidores é a volta do leite e da manteiga, que não era fornecida pela prefeitura por simples falta de vontade.

A regularização está sendo gradativa. Caso sua unidade de trabalho ainda não tenha recebido, cobre o superior imediato.

Quanto ao pão, continuamos exigindo celeridade na licitação.

As duas conquistas do dia, assim como a volta do pagamento do BIQ para inativos e a própria queda do Decreto da Maldade, mostram o poder da organização sindical para luta contra a retirada de direitos. Mesmo em um contexto difícil para os trabalhadores, podemos resistir se estivermos unidos.

Quem luta conquista!

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2018 Ações Publicação

União e atitude

O abono natalino só para os servidores da Câmara Municipal deixou grande parte dos funcionários públicos de Vinhedo indignada. O telefone do sindicato tocou sem parar e a caixa do whatsapp ficou lotada.

A indignação faz sentido e expressa um sentimento de desvalorização da categoria. Não significa que o abono aos servidores do Legislativo não seja merecido. Muito pelo contrário, é mais do que justo.

O que não aceitamos é o tratamento desigual, pois os trabalhadores da prefeitura também merecem valorização. Todas e todos nós fazemos a cidade funcionar. Também merecemos abono de Natal para aproveitar melhor as festas de fim de ano.

A falta de igualdade no abono foi a gota d’água do desrespeito do governo municipal. Desde que passamos a cobrar o pagamento do biênio e do quinquênio e a volta do café da manhã, o governo só tenta nos enrolar. O prefeito acha normal dar calote nos servidores.

A manifestação de ontem (10/12), convocada pelo SSPV, tinha esse objetivo: exigir respeito e igualdade. A diretoria do sindicato cumpriu seu papel. Marcou presença e deu seu recado em frente à prefeitura e na Câmara Municipal, com outros seis servidores. Isso mesmo, seis servidores.

A participação ficou muito abaixo do esperado. Nossa reivindicação teve menos força do que poderia. Caso a indignação dos telefonemas se convertessem em presença, nossas chances seriam muito maiores.

Não tem segredo, nem mistério. Sem união e atitude, o resultado não vem. Somos milhares de servidores. Nossa força está no coletivo e na mobilização. Para sermos ouvidos, precisamos falar juntos. Para vencer, precisamos ser muitos.

Sabemos que o medo de se expor ainda é o que prende muitos servidores. Mas é um receio que precisa ser superado. Servidor público tem estabilidade de emprego. Temos toda a segurança e o direito para nos manifestar.

Se este ano de 2018 foi difícil, imaginem o próximo. A tendência é de mais e mais tentativas de retiradas de direitos, em todos os níveis. Precisamos ter consciência que a luta é nossa única opção. Temos que fazer acontecer. É hora de se unir e, principalmente, ter atitude. Não espere que o outro lute pelos seus direitos. Participe.

Somos todas e todos sindicato! Só a luta muda a vida!