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Visita de hoje mais cedo à Sanebavi. Diálogo com a base, só a luta muda a vida!

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Leite não investiu na prevenção de inundações

A tragédia que assola o povo gaúcho é resultado da crise climática global, do negacionismo e da falta de ação do poder público. O governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite (PSDB), admitiu recentemente que seu governo sabia dos estudos que alertavam para o risco de tragédias no estado e mesmo assim, não investiu recursos na prevenção de desastres porque “o governo também vive outras agendas”. Ou seja, o governador Eduardo Leite decidiu intencionalmente não investir em políticas que salvariam vidas.

Falas e ações como essas demonstram a postura negligente e negacionista do governo do estado em relação ao povo gaúcho e à emergência climática em que vivemos. Precisamos urgentemente cobrar ações e investimentos do poder público para evitar que tragédias como a do Rio Grande do Sul continuem acontecendo. O negacionismo e a e os ataques ao meio ambiente da extrema direita e da direita liberal são parte de um projeto político em que o lucro é mais valioso que a vida.

Vale lembrar que em 2019, em seu primeiro mandato, Leite atropelou a legislação ambiental alterando ou cortando 480 pontos do Código Ambiental do estado. Tais alterações facilitaram a ocupação de áreas de risco pela especulação imobiliária, incentivando o desmatamento de importantes áreas próximas a rios, agravando os impactos causados pela emergência climática.

A Lei 12.608/2012, de autoria do deputado federal Glauber Braga (PSOL), institui a Política Nacional de Proteção e Defesa Civil, para dispor sobre o Sistema Nacional de Informações e Monitoramento de Desastres. A Lei abrange as ações de prevenção, mitigação, preparação, resposta e recuperação voltadas à proteção e defesa civil. Apesar de sua importância, até hoje ela não foi totalmente implementada. Precisamos urgentemente cobrar ações e investimentos do poder público para evitar que tragédias como a do Rio Grande do Sul continuem acontecendo. Não podemos aceitar o desmonte das políticas públicas que favorecem quem mais precisa. Estamos juntos na luta do povo gaúcho, por um Estado que combata a crise climática! Só a luta muda a vida!

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MANICÔMIO NUNCA MAIS!

O preconceito sobre a saúde mental é enorme ainda hoje. Nossa luta por abordagens humanizadas e baseadas na valorização da autonomia e inclusão é uma bandeira importante.

A luta antimanicomial é histórica. Uma luta persistente, iniciada nos anos 80 aqui no Brasil, com apoio e presença de profissionais da saúde, famílias e movimentos sociais em prol de pessoas que vivenciam os desafios diários com a saúde mental.

Setores conservadores insistem na apologia aos manicômios como solução, inclusive como fez o Governo anterior, o que seria um enorme retrocesso às políticas de saúde mental, caso aplicado. Por isso, a luta antimanicomial deve ser contínua para garantir que esses tipos de projetos jamais retornem! Só a luta muda a vida!

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Qual frase preconceituosa você já escutou?

As pessoas LGBTQIA+ lidam diariamente com comentários e “piadas” que podem parecer inofensivas, mas estão bem longe disso. Elas são reprodução do preconceito contra a população LGBTQIA+. Já está na hora de tirarmos essas frases do nosso vocabulário!

É como dizer: “Não sou homofóbico, tenho até amigos gays”. Essa frase vem no sentido de justificar o preconceito na desculpa de “tolerar” pessoas LGBTQIA+. As pessoas precisam ser, na verdade, respeitadas.

Ou quando pergunta “Quem é a mulher da relação?” Uma pergunta que vem da ideia de que todas as relações amorosas devem ter uma configuração hetero, como se fosse necessário existir um homem e uma mulher, atribuindo papéis de gênero nas relações.

Está na hora de acabarmos com o preconceito disfarçado de “piadas” e este tipo de frases. As pessoas podem e devem ser felizes de qualquer forma! Comente aqui quais as frases e “piadas” preconceituosas que você já escutou. Só a luta muda a vida!

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Dia Internacional Contra a LGBTfobia

O Brasil é o país que mais mata pessoas LGBTQIAPN+ no mundo. Em 2023, foram registradas 257 mortes violentas de pessoas da comunidade. Cerca de uma vítima a cada 34 horas! É necessário lembrar que homofobia é crime, imprescritível e inafiançável, previsto no código penal e é possível fazer denúncias a partir do Disque 100, canal de denúncias da Ouvidoria Nacional de Direitos Humanos (ONDH) do Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania (MDHC).

Mesmo assim, com o avanço da extrema-direita e do neofascismo, é visto um aumento no discurso de ódio e nos ataques aos direitos da comunidade LGBTQIAPN+, o que nos leva a urgente necessidade de propor políticas públicas inclusivas, contra os discursos de ódio, que defendam pessoas LGBT+ na saúde, educação, habitação, etc.

A data de hoje é o Dia Internacional Contra a LGBTfobia. Em 1990, a homossexualidade foi retirada pela OMS da lista de doenças pela Classificação Internacional de Doenças (CID). Desde então, essa data tornou-se um símbolo da luta pelos direitos da comunidade LGBTQIAPN+. Hoje, essa luta está mais que nunca presente em uma frente de união em defesa dos direitos de todas as pessoas, uma luta presente na luta pela vida, pelo amor, pela liberdade de ser e existir, pelo direito de todas, todos e todes. Viva a comunidade LGBTQIAPN+ e a sua resistência!

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Dia do Enfermeiro e da Enfermeira – 12 de maio

O Dia da Enfermagem é comemorado no dia 12 de maio em homenagem ao nascimento de Florence Nightingale, considerada a primeira enfermeira profissional. Rebelde, Florence desafiou as convenções sociais do seu tempo, recusando-se a casar e lutando pelo direito de estudar. No campo da enfermagem ficou conhecida por seu pioneirismo no tratamento humanizado de pacientes e na criação métodos eficazes, que reduziram em mais da metade o número de mortes de doentes. Além disso, fundou a primeira escola de enfermagem.

No Brasil, também celebramos a precursora da enfermagem no Brasil, Ana Néri, considerada a mãe da enfermagem no país. Os profissionais de enfermagem são essenciais nos serviços de saúde, são eles os responsáveis pela administração de medicamentos, pelo controle do estado dos pacientes, pela coordenação dos cuidados com outros profissionais de saúde.

Além disso, a enfermagem obtém outro papel singular no cuidado dos pacientes: a humanização, oferecendo suporte emocional aos pacientes e seus familiares durante momentos difíceis. Durante a recente pandemia esses profissionais tiveram seu papel e importância evidenciada. Atuando na linha de frente, foram fundamentais do atendimento aos doentes a campanhas de imunização. Apesar de sua importância a categoria é muitas vezes menosprezada e apenas em 2020 após muita luta foi criado o PL 2564/2020, que institui piso salarial da categoria.

A luta agora é para que os governos estaduais e municipais cumpram esta medida. A todos os profissionais da enfermagem nossos sinceros agradecimentos por tamanho empenho e dedicação em fornecer assistência contínua de cuidados. Estamos juntos na luta em defesa do SUS e de melhores condições de trabalho para todos os profissionais da área!

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Nesse Dia das Mães, nossa solidariedade vai ao povo gaúcho.

Nesse Dia das Mães, nossa solidariedade vai ao povo gaúcho. Já são mais de 130 mortos. São muitas mães que perderam seus filhos. São muitos filhos e filhas que estão sem suas mães.

São mais de 441 mil pessoas desalojadas que não poderão passar esse dia celebrando. Por isso, Toda a nossa solidariedade, força e coragem às famílias nesse momento tão difícil! Vamos contribuir para as famílias que tanto precisam de nossa ajuda.

Você pode doar em sua cidade ou para a campanha da UFRGS, UFCSPA e IFRS por meio do pix pixrssolidariedade@gmail.com. Os valores arrecadados serão destinados à compra de cestas básicas e itens essenciais.

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Diga não às fake news!

Não caia em fake news! O povo do Rio Grande do Sul precisa de ajuda! A disseminação de fake news tem causado um dano muito grande na mobilização para ajudar o povo gaúcho. A propagação de informações falsas sobre a ajuda às vítimas gera confusão nas pessoas, atrapalhando e dificultando os esforços de solidariedade aos gaúchos.

O governo federal solicitou à Polícia Federal (PF) uma investigação sobre as fake news relacionadas à tragédia do Rio Grande do Sul. A investigação inclui publicações feitas em redes sociais por figuras bolsonaristas como o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP), senador Cleitinho (Republicanos – MG) e o oportunista do Pablo Marçal.

Os propagadores de fake news são organizados e têm um objetivo traçado. Os ataques são feitos e direcionados a todos os entes federativos e instituições. Criando na população a ideia de que a ciência, o Estado e suas instituições são corruptas e atrapalham toda ajuda aos atingidos pela tragédia. O objetivo é a descredibilização e desestabilização dos órgãos de governo e autoridades científicas, com o objetivo de criar uma polarização política artificialmente, em busca de ganhos políticos futuros.

A situação da população gaúcha é muito delicada, precisamos ficar atentos às informações que circulam e denunciar as fake News. Nossos esforços devem estar voltados para manter e ampliar a assistência para o povo gaúcho. Quem puder ajudar, pode doar para a campanha da UFRGS, UFCSPA e IFRS por meio do pix pixrssolidariedade@gmail.com. Os valores arrecadados serão destinados à compra de cestas básicas e itens essenciais.

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Mude o sistema, não o clima!

Os eventos climáticos que assolam o mundo, como os que estão ocorrendo no Rio Grande Sul, não irão cessar enquanto se manter um sistema que nega a emergência climática e ignora as medidas necessárias para enfrentarmos a situação que estamos. O modo de produção capitalista é cruel, não considera nada, nem ninguém, em todos os casos a única coisa que importa é o lucro dos 1% mais ricos, enquanto o 99% restante, sofre com todo o ônus.

No acordo de Paris, os países signatários se comprometeram a manter os níveis de emissão de CO2 dentro de um limite seguro, porém, a situação em que estamos é de esgotamento do limite. No Brasil o agronegócio é responsável por 73% de toda a emissão de carbono em todo o país. Caso o limite seja esgotado, os efeitos da emergência climática se agravarão de forma progressiva. As cheias, inundações, calor extremo entre outros desastres, serão cada vez mais frequentes e intensas.

Quem nos colocou nessa situação foi esse modo de produção nefasto, não nós! A narrativa de que a responsabilidade é de cada indivíduo, é apenas uma forma de manipulação, para os que lucram com esse sistema, continuarem lucrando à custa das vidas perdidas e do meio ambiente. Não existe adaptação para esse sistema!

Precisamos construir alternativas reais e radicais para superarmos esse sistema, que priorizem os 99% que realmente trabalham e vivem as cidades, a construção do ecossocialismo é a construção de um modo de produção sem exploração do homem pelo homem, priorização do bem-estar coletivo e do meio ambiente.

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A tragédia no Rio Grande do Sul é uma consequência direta do negacionismo climático, da negligência e falta de investimento em medidas de prevenção.

O aumento das temperaturas globais, e as mudanças climáticas têm provocado eventos climáticos extremos, como as chuvas intensas e as enchentes que assolam o Rio Grande do Sul.

Somado a isso, o negacionismo climático, que minimiza e ignora as evidências científicas, resulta na falta de políticas públicas adequadas para mitigar os efeitos dos desastres naturais.

Os temporais da última semana provocaram alagamentos e cerca de 70% do território gaúcho. Já são 83 mortes, 111 pessoas desaparecidas, 276 feridas e mais de 141 mil pessoas desalojadas até o momento. O impacto atingiu diretamente cerca de 850 mil pessoas.

A falta de planejamento e de medidas preventivas adequadas deixa as populações expostas a riscos cada vez maiores, intensificando o impacto das tragédias e ampliando suas consequências devastadoras para a vida humana e para o meio ambiente.

Não podemos ignorar a crise climática global. Os governos estaduais e municipais juntamente ao governo Federal precisam urgentemente criar políticas efetivas de combate aos efeitos de desastres climáticos.

Seguimos lutando, contra o negacionismo e por políticas públicas que impeçam que tragédias como essa se repitam.