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Atenção! Servidores e Servidoras

Servidores e servidoras que participaram da greve de 12 de junho de 2017 devem comparecer presencialmente à sede do Sindicato para verificar se seus nomes constam na listagem de ausentes.

Em respeito à privacidade dos servidores, a listagem não será divulgada online. Todo o processo será feito presencialmente.

Caso seu nome não conste na lista, será necessário apresentar:

– Folha de ponto de junho de 2017,

– Holerite do mesmo mês.

Endereço: Rua Dr. Aníbal Lélis de Miranda, 140 – Centro, Vinhedo – SP
Data limite para entrega dos documentos: 26 de agosto de 2025.

Após essa data, não serão aceitas entregas. Não haverá prorrogação.

Essa verificação é fundamental para a correta comprovação no processo judicial em andamento.
Contamos com a colaboração de todas e todos!

Atenciosamente,
Diretoria do Sindicato dos Servidores Públicos de Vinhedo

Só a luta muda a vida!

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Sant’Ana, padroeira de Vinhedo

Hoje (26/07) é dia de Sant’Ana, padroeira de Vinhedo. A data celebra não apenas a fé da comunidade, mas também uma tradição que atravessa gerações.

Em Vinhedo, a devoção à padroeira segue viva e se manifesta na tradicional Festa de Sant’Ana, que neste ano chega à sua 111ª edição. Organizado pela Paróquia Sant’Ana, o evento acontece no Parque Municipal Jayme Ferragut e reúne famílias em momentos de fé, cultura e convivência comunitária.

A festa ocorre neste fim de semana (26 e 27/07) e nos dias 2 e 3 de agosto, das 10h às 22h. A entrada e estacionamento gratuito, com atrações para todas as idades: quermesse, shows ao vivo, feira de artesanato, espaço kids e muito mais.

O SSPV valoriza as manifestações culturais e religiosas que mantêm viva a identidade do povo vinhedense. Viva Sant’Ana! Viva Vinhedo! Só a luta muda a vida!

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72 anos do início da Revolução Cubana

Hoje, 26 de julho, são comemorados os 72 anos do início da Revolução Cubana. Um grupo de revolucionários, liderados por Fidel e Raúl Castro, movidos pela indignação às condições impostas pela ditadura fantoche ao povo cubano, estavam decididos a lutar pela construção de uma Cuba popular, justa e igualitária. Esse movimento foi marcado pela invasão do Quartel de Moncada na madrugada de 26 de julho de 1953.

O plano dos revolucionários era tomar Moncada, acessar seu arsenal de armas e munições e distribuí-las ao povo cubano, com o objetivo de organizar coletivos armados que combatessem a miséria e a repressão imposta pela ditadura de Fulgencio Batista.

Contudo, a tentativa foi imediatamente reprimida pelas forças do regime ditatorial. Muitos militantes foram assassinados e, os que sobreviveram, presos. Graças a uma mobilização com apoio popular, os revolucionários que estavam presos foram libertados em 1955, mas obrigados a se exilar no México.

No México, Fidel e outros exilados, incluindo o militante socialista Che Guevara, fundaram o Movimento Revolucionário 26 de Julho. Em 1956, retornaram secretamente à Cuba, para dar início à luta armada no campo, começando em Sierra Maestra, que resultou na derrubada do ditador Fulgencio Batista, em 1 de janeiro de 1959, construindo um governo popular na ilha caribenha.

A Revolução Cubana é, até os dias de hoje, inspiração para revolucionários ao redor do mundo que lutam por um mundo mais justo e igualitário. Só a luta muda a vida!

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Dia Internacional da Mulher Negra Latino-Americana e Caribenha

Neste 25 de julho, celebramos o Dia Internacional da Mulher Negra Latino-Americana e Caribenha, data instituída em 1992 durante o 1º Encontro de Mulheres Negras Latino-Americanas e Caribenhas, com o objetivo de denunciar o racismo e o machismo.

No Brasil, desde 2014, a data também marca o Dia Nacional de Tereza de Benguela e da Mulher Negra, uma homenagem à Rainha Tereza, importante liderança do século XVIII. Conhecida como Rainha do Quilombo do Quariterê, um dos maiores da região Centro-Oeste, Tereza liderou uma resistência que durou quase vinte anos contra as forças coloniais. Seu legado se tornou símbolo de resistência, liderança e luta contra a escravização.

Hoje, as mulheres negras são a maior parte da população e chefiam a maioria das famílias brasileiras. Segundo o DIEESE, 50,8% dos lares do país são chefiados por mulheres, e 56,5% desses lares são liderados por mulheres negras. Ainda assim, elas continuam sendo as principais vítimas de violências sociais, desigualdades salariais, entre outros.

As mulheres negras também são as que mais sofrem com a injustiça tributária existente no Brasil, de acordo com um recente relatório da Oxfam Brasil. Os dados mostram que as mulheres negras e pobres pagam, proporcionalmente, três vezes mais impostos do que os super-ricos. A pesquisa ainda revela que 65% dos lares mais pobres são chefiados por mulheres negras.

Essa realidade só mudará com o enfrentamento do racismo, do machismo, da injustiça tributária e ao modelo econômico que marginaliza o povo. Por isso, é essencial fortalecer as lutas feministas e antirracistas, guiadas por uma perspectiva anticapitalista e emancipadora.

Celebramos o legado da Rainha Tereza de Benguela e de todas as mulheres negras que seguem lutando, todos os dias, por liberdade, justiça e direitos. Só a luta muda a vida!

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Somos 99%

Quem acorda cedo para fazer o nosso país andar, em sua maioria, sofre com baixíssimos salários, pagando muito imposto e com escalas desumanas como a 6×1. No Brasil, menos de 1% da população, os super-ricos, acumulam grandes fortunas a partir da exploração do trabalhador e pagam quase nada ou nada de imposto, segundo dados da Receita Federal de 2023. Cerca de 141 mil pessoas que ganham mais de R$ 600 mil por ano conseguem driblar a justiça fiscal, pagando menos ou nenhum imposto, enquanto os outros 99%, que ganha menos e rala mais, paga a conta deixada pelos 1%.

Apesar da publicização de uma reforma justa e progressiva, que acabaria com as distorções, o parecer do deputado Arthur Lira (PP-AL) mantém brechas que seguem blindando os super-ricos. Fundos como o Fiagro e investimentos enviados ao exterior seguem com significativas isenções para blindar os super-ricos. Como alertou o economista André Aranha (UFRJ), esses pontos mantidos por Arthur Lira são propositais, fazem parte de uma estratégia de manutenção de privilégios. É inadmissível que, em nome dos interesses do agronegócio e do capital especulativo, siga tendo privilégios quem mais pode e deve contribuir. Essa reforma, como está, não trará justiça tributária, irá enganar nossa gente e manter os privilégios e desigualdades.

Já cansamos disso, precisamos mudar esse cenário: com uma reforma progressiva que isente quem ganha até R$ 5 mil e cobre de forma justa e cobre a diferença de quem acumula grandes fortunas, com taxação de dividendos milionários e combate às manobras que permitem aos super-ricos fugirem da justiça tributária. É fundamental enfrentar os privilégios para acabar com a desigualdade tributária.

Assine o abaixo-assinado “Somos 99%” e fortaleça essa luta por justiça tributária e dignidade para a maioria. Só a luta muda a vida!

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Plebiscito Popular

O Sindicato dos Servidores Públicos de Vinhedo (SSPV) participa do Plebiscito Popular e convoca todas as servidoras, servidores e toda a população de Vinhedo para votar.

O que está em jogo é a justiça fiscal e a qualidade de vida de milhões de trabalhadores. Você é a favor de taxar os super-ricos, isentar do Imposto de Renda quem ganha até R$ 5 mil, redução da jornada sem redução salarial e acabar com a escala 6×1?

A votação vai acontecer nos meses de julho, agosto e setembro, e seu resultado será enviado ao Presidente Lula, ao Congresso Nacional e ao Supremo Tribunal Federal.

A votação está aberta a toda população e acontece presencialmente na sede do SSPV:
Rua Dr. Aníbal Lélis de Miranda, 140 – Centro, Vinhedo – SP.

Não pode comparecer? Vote online em https://plebiscitopopular.votabem.com.br/?id=10495OD8219

Só a luta muda a vida!

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Quem produz não aguenta mais pagar sozinho!

É comum ouvirmos que o Brasil lidera o ranking de países com maior carga tributária, mas não é exatamente isso. O real problema está na profunda desigualdade do sistema tributário brasileiro, que faz com que os mais pobres paguem, proporcionalmente, muito mais impostos do que os mais ricos.

Estudo da Oxfam Brasil, apontou que a população mais pobre do país paga, proporcionalmente, três vezes mais impostos que os super-ricos. Isso ocorre porque, diferente de muitos países do Norte Global, que cobram mais sobre renda e patrimônio, o Brasil concentra a arrecadação em impostos sobre o consumo, o que prejudica os mais pobres, que gastam cerca de 70% da sua renda ao consumo de bens e serviços essenciais.

Enquanto os mais pobres são penalizados pelos impostos sobre o consumo, os mais ricos são favorecidos pela falta de tributação sobre heranças, propriedades, lucros e dividendos. A carga tributária sobre salários e ganhos de capital no Brasil é significativamente menor: apenas 3%, enquanto a média nos países da OCDE é de 9%.

A desigualdade social no país precisa ser combatida urgentemente e isso passa por enfrentar um de seus pilares: a injustiça fiscal. Essa batalha vai além da economia: ela é uma luta de classe, uma questão de direitos humanos e de combate às desigualdades. Não podemos continuar pagando essa conta calados, enquanto os mais ricos se beneficiam com as isenções sobre lucros e dividendos, incentivos fiscais e ausência de tributação sobre grandes patrimônios.

Por isso, é tão importante aumentarmos a mobilização popular e a pressão sobre a maioria do Congresso, que tem barrado o andamento do projeto do governo Lula de isenção do IR para quem ganha até R$5 mil. Participe do Plebiscito Popular e fortaleça essa luta.

Justiça tributária já! Só a luta muda a vida!

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O futuro pede socorro!

O Congresso Nacional está prestes a votar o chamado PL da Devastação, um projeto de lei que ameaça abrir caminho para a destruição dos nossos ecossistemas e coloca em risco os principais biomas do país.

Patrocinada pela bancada ruralista, a proposta busca aprovar a autodeclaração de empreendimentos rodoviários e agropecuários, sem critérios técnicos definidos. A responsabilidade pela regulação ficaria a cargo de estados e municípios, gerando um cenário caótico e sem fiscalização efetiva.

A aprovação do PL significaria que empresas poderiam obter licenciamento ambiental pela internet, sem apresentar qualquer estudo de possíveis impactos ao meio ambiente.

Sem a fiscalização necessária, é só esperar as consequências de desastre! O crime de Brumadinho serve de exemplo de como a negligência ambiental pode resultar em mortes e destruição. Agora, em nível nacional, os impactos dessa PL seriam ainda maiores: queimadas, escassez hídrica, avanço sem precedentes do desmatamento e destruição dos lares de povos originários e comunidades tradicionais.

As manifestações contra a PL são fundamentais. No último domingo (13) um ato unificado nacional encheu as ruas de diversas regiões do Brasil, contra o projeto de Lei. É necessário mobilizarmos esforços para barrar essa proposta, que, em nome do lucro das mineradoras e do agronegócio, é uma afronta à preservação do meio ambiente.

Nosso país precisa de uma política de justiça ambiental, que respeite as comunidades tradicionais, proteja os biomas brasileiros e impeça o aumento do desmatamento em nosso território! Só a luta muda a vida!

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Taxar os super-ricos no Brasil

O capitalismo é um sistema baseado na concentração de renda e na consequente desigualdade social. Um novo relatório da Oxfam mostra que a riqueza acumulada pelo 1% mais rico poderia acabar com a pobreza extrema 22 vezes.

Desde 2015 a riqueza do 1% mais rico do mundo aumentou mais de US$ 33,9 trilhões.

Na outra face da moeda do capitalismo, a pobreza também aumenta. Relatório da ONU confirma que insegurança alimentar aguda e desnutrição infantil aumentaram pelo sexto ano consecutivo em 2024. Ao todo, 295 milhões de pessoas, em 53 países e territórios diferentes, enfrentaram fome aguda no ano passado.

Os dados confirmam o desastre de um sistema baseado na exploração: os ricos seguem cada vez mais ricos, enquanto os pobres ficam mais pobres.

Taxar as grandes fortunas é urgente! No Brasil, taxar bilionários incluiria apenas 50 pessoas e geraria R$1,3 trilhão por ano.

É preciso avançar em um sistema tributário brasileiro justo. O Plebiscito Popular, que acontece em todo o país, consulta a população justamente sobre o tema: isenção de impostos para quem ganha até R$ 5 mil e taxação das grandes fortunas.

Bilionários não deveriam existir, a miséria também não! Só a luta muda a vida!

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Frida Kahlo

Hoje celebramos o nascimento de Frida Kahlo, artista, lutadora e uma esperançosa por um mundo melhor, que transformou a dor em luta e a arte em instrumento da batalha política.

Enfrentou a poliomielite desde criança, se tornando uma mulher com deficiência e sobreviveu a um grave acidente na juventude que a deixou por muito tempo entre os hospitais e camas. Mesmo assim, recusou a piedade e o silêncio. Pintou seu corpo ferido, suas contradições, seus desejos e suas revoltas, não para agradar, mas para confrontar um mundo que oprime e tenta apagar tudo que foge dos padrões estabelecidos pela classe dominante.

A vida de Frida foi marcada pela luta feminista, comunista e anticolonial. Viveu sua sexualidade com liberdade e desafiou os papéis impostos às mulheres. Questionou a maternidade como destino, rejeitando a lógica patriarcal imposta pela sociedade e colocando sua arte como instrumento revolucionário de questionamento das estruturas machistas

Frida não cabia nas molduras do seu tempo e não cabe nas versões domesticadas que tentam vendê-la hoje. Seu legado pulsa nas lutas das mulheres, das pessoas com deficiência, dos corpos dissidentes, das populações que até hoje resistem contra as tentativas brutais de apagamento e invisibilização. Frida não é lembrança, é presença constante. Sua arte continua sendo um grito. Sua vida, um ato político.

Frida vive — na rebeldia, na coragem e em toda mulher que resiste. Só a luta muda a vida!