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2019 Publicação

Atenção, professores!

Se você se enquadrava como “Professor III” em 1998 e permaneceu após 2010 nas funções do magistério e correlatas, VOCÊ PRECISA IR À SEDE DO SSPV COM URGÊNCIA.

É que o SSPV venceu uma ação jurídica para aquelas pessoas que têm direito às diferenças do Adicional de Magistério a partir do ano de 2010.

Precisamos verificar se todos aqueles que se encaixam na situação estão contemplados na lista da prefeitura. Caso um professor não esteja listado, teremos que comprovar seu enquadramento com os documentos necessários.

⚠️ O PRAZO SE ENCERRA NO DIA 17 DE MAIO. Por isso, reforçamos: a ida ao sindicato é urgente!

Por favor, ajudem a divulgar com seus colegas que possam estar na situação descrita.

Esta é mais uma conquista do departamento jurídico do SSPV, que é acionado quando a prefeitura não respeita os direitos dos servidores.

Nenhum direito a menos!

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2019 Publicação

13 DE MAIO = Assembleia Geral da Campanha Salarial

A Campanha Salarial dos Servidores de Vinhedo começa a entrar em um momento decisivo. Depois da primeira reunião de negociação, o sinal de alerta dos servidores precisa ser ligado. Nenhuma proposta concreta foi apresentada e a discussão se limitou às cláusulas sociais.

A próxima rodada de negociação acontece na manhã da segunda-feira (13). Esperamos que o governo municipal vá à mesa com o objetivo de atender as principais demandas dos servidores, sem condicionar qualquer ponto da pauta a uma mudança acelerada do regime de trabalho. Já deixamos claro: primeiro a Campanha, depois o Estatuto. A transição de regime deve respeitar a Lei Orgânica do município e seguir um processo democrático, envolvendo toda a categoria.

Para o mesmo dia 13, às 18h, convocamos TODOS OS SERVIDORES E SERVIDORAS para Assembleia Geral de avaliação da proposta do governo municipal e discussão sobre os próximos passos da Campanha Salarial.

SERVIDOR, CHEGOU A HORA DE SE ENVOLVER COM A CAMPANHA. NOSSA VITÓRIA DEPENDE DA SUA PARTICIPAÇÃO. TODOS E TODAS À ASSEMBLEIA!!!

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2019 Publicação

Assembleia dos servidores e servidoras da Educação

A Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE) convocou as categorias do setor para “Greve nacional da Educação contra o desmonte da aposentadoria”, no próximo dia 15 de maio (quarta-feira).

A greve faz parte da série de atividades que os diversos sindicatos da área vem travando contra a “deforma” da Previdência, além dos cortes de orçamento e medidas autoritárias do governo Bolsonaro contra a Educação. Também é um esquenta à greve geral de todos os trabalhadores, convocada para o dia 14 de junho por todas as centrais sindicais.

▶️ Diante desse cenário, o SSPV convoca os SERVIDORES DA EDUCAÇÃO de Vinhedo para avaliarem a convocatória e decidirem os rumos da luta em defesa da aposentadoria de todos e todas.

DIA 09/10 (QUINTA-FEIRA), 18H, na sede do SSPV. Compareça!

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Em ato unificado histórico, centrais sindicais confirmam: 14 de junho É GREVE GERAL!

Pela primeira vez na história, o Dia do Trabalhador, comemorado em 1º de Maio, reuniu todas as centrais sindicais brasileiras em atos pelo país. O motivo é a unidade contra a “deforma” da Previdência, do governo Bolsonaro. Reunidos no Vale do Anhangabaú, em São Paulo, os presidentes e secretários das centrais confirmaram a convocação de Greve Geral para 14 de junho, em defesa da aposentadoria do povo brasileiro.

“Temos uma só tarefa nos próximos dias: garantir a aposentadoria do povo, a Previdência Social, que está consagrada na Constituição Federal. Vamos impedir a entrega da Previdência para a banqueirada, a turma do Paulo Guedes, os bilionários sanguessugas da nação brasileira. Eles mandam na Rede Globo , no governo Bolsonaro, na maioria do Congresso e do Judiciário. São eles os privilegiados, e não a dona Maria, que ganha o BPC e o metalúrgico da zona sul que se aposentou depois de 35 anos de trabalho”, falou em seu discurso o secretário-geral da Intersindical Edson Carneiro Índio.

“De hoje a 14 de junho são 45 dias para a gente construir uma grande greve geral no Brasil. Vamos dar uma chapoletada no Bolsonaro e nos deputados vacilões!”, avisou Índio.

https://www.facebook.com/intersindical.central/videos/415527425937898/

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2019 Publicação

Campanha Salarial: governo não leva propostas na primeira reunião e quer empurrar estatuto a toque de caixa

Depois de mais de dois meses, finalmente começaram as negociações da Campanha Salarial 2019 dos servidores e servidoras de Vinhedo. Na manhã de hoje (30/04), o SSPV se reuniu com representantes da prefeitura e dialogou sobre a pauta de reivindicações, começando pelas cláusulas sociais.

A conversa foi aberta e franca. Alguns pontos foram rechaçados e outros bem recebidos. No entanto, não houve qualquer comprometimento concreto da prefeitura com nenhuma das demandas. A maioria delas ficou para ser “estudada” com mais tempo. A próxima reunião está marcada para o dia 13 de maio.

O que ficou claro na mesa é que, novamente, o governo municipal quer empurrar a mudança de regime de trabalho (de celetista para estatutário) aos trancos e barrancos. Vários pontos, especialmente pagamento de biênio e quinquênio, foram condicionados à transição para o regime estatutário. Ou seja, uma espécie de chantagem contra o servidor e, neste caso, um desrespeito aberto contra direitos garantidos em lei.

Reafirmamos que não somos contra a mudança de regime de trabalho, pelo contrário. Mas não aceitamos que esse assunto seja instrumentalizado pela prefeitura. É curioso que ele volte à tona justamente na mesa de negociação, sendo que a última comissão do estatuto foi derrubada judicialmente ainda em 2017, por ser ilegal e antidemocrática.

A transição de regime de trabalho é seríssima para os servidores, pois envolve todo nosso futuro. Não pode ser tratada a toque de caixa e, por isso, não aceitamos o atrelamento da Campanha Salarial ao avanço de eventual comissão.

Da mesma forma, lamentamos que a valorização do servidor nunca seja prioridade. Pelo contrário, quem mais sofre impacto das supostas restrições orçamentárias somos nós, que ganhamos pouco e construímos a cidade todos os dias. Na verdade, a valorização é escolhida a dedo, para alguns, com as gratificações que não param de crescer e já somam mais de R$ 9 milhões ao ano.

De todo modo, esperamos que na próxima reunião o governo municipal apresente suas propostas no papel, tanto das cláusulas sociais quanto econômicas.

Nesta quinta-feira (02/05), temos encontro da diretoria para avaliar e encaminhar as próximas ações. Fique atento em nossos meios de comunicação. Em breve, mais novidades.

Negocia, Jaime! Nenhum direito a menos!

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Gasto com gratificações aumentou mais de seis vezes nos últimos anos

O SSPV analisou os números da prefeitura entre 2014 e 2017 e constatou que, no período, as despesas com gratificações por exercício de cargo ou funções mais que sextuplicaram: de R$ 1,4 para 9 milhões ao ano. De toda a folha salarial de 2017, que correspondeu a R$ 215 milhões, incluindo os encargos trabalhistas, as gratificações representaram 4,2%. Em 2014, o percentual das gratificações era de 0,8%. Os salários, por outro lado, como todos sabem, ficaram na mesma.

Isso significa que a prioridade do governo municipal não é valorizar os três mil servidores como um todo, mas apenas os que ocupam funções ou cargos que lhe interessa politicamente. Também quer dizer que, se houve um aumento tão expressivo para os gratificados, há margem para reajustar todos os salários.

Da mesma forma, a arrecadação da prefeitura de Vinhedo tem crescido, de 2015 para cá, após um período de estagnação. Em 2018, a Receita Corrente Líquida registrou R$ 434 milhões, contra R$ 353 milhões em 2015. Dinheiro não falta, o que falta é vontade política. Inclusive, a despesa com pessoal está abaixo do limite da Lei de Responsabilidade Fiscal. Em resumo: os servidores merecem e a prefeitura pode nos valorizar.

Com as informações nas mãos, vamos aumentar a pressão sobre a prefeitura e o diálogo com a população e os vereadores. Exigimos respeito e valorização.

Negocia, Jaime! Nenhum Direito a Menos!

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Alguns motivos para se duvidar das boas intenções da “Reforma da Previdência”

1. Tira de quem mais precisa

Ao contrário do que diz a propaganda oficial, a “Reforma” do governo prejudica sobretudo as pessoas mais pobres, como o trabalhador informal e o rural. O aumento no tempo de contribuição de 15 para 20 anos é cruel.

Milhões de pessoas não conseguem manter um emprego formal e fixo ao longo da vida. Ficam anos sem poder contribuir com o INSS. Hoje, essas pessoas se aposentam aos 65 anos se comprovarem 15 anos de contribuição. Só que, em média, 1 a cada 4 trabalhadores com idade para se aposentar não consegue comprovar os 15 anos de contribuição. Com o aumento para 20 anos, quantos mais trabalhadores serão excluídos?

Não tendo alternativas, esses milhões de pobres terão de recorrer ao Benefício de Prestação Continuada (BPC). Mas, caso aprovada a “Reforma”, o valor do BPC vai cair de um salário mínimo para R$ 400.

Além disso, a média do benefício de quem consegue se aposentar no Regime Geral não chega a R$ 1.500. Esses “privilegiados” também serão afetados: idade mínima de 65 anos e 40 de contribuição para acessar o benefício integral.

2. Bancos vão ganhar muito dinheiro

A capitalização, prevista na “Reforma”, significa transformar o direito à aposentadoria em fonte de lucros para banqueiros. Segundo projeção da Associação Nacional dos Fiscais da Receita Federal (Unafisco), os bancos ganhariam R$ 388 bilhões por ano.

Os fundos previdenciários deixam de ser geridos pelo INSS e são entregues, de graça, a banqueiros, que ainda cobram “taxas de administração” dos trabalhadores. No Chile, por exemplo, a taxa chega a 1,5% da contribuição e vai direto para o bolso dos banqueiros.

Com o dinheiro dos trabalhadores, os fundos privados turbinam o mercado financeiro, compram ações e especulam com títulos da dívida do governo. Para se ter uma ideia, os fundos privados chilenos administram nada menos do que 80% do PIB do país (U$ 220 bi).Por outro lado, 80% das aposentadorias não chegam a um salário mínimo. Isso acontece porque, no regime de capitalização, é cada um por si. O Estado não repassa recursos e o patrão também não. As aposentadorias miseráveis são consequência. No Chile, o povo quer de volta a Previdência Pública.

E tem outro problema. Se esses fundos quebrarem com uma crise financeira, como fica sua aposentadoria? Simplesmente vai pelo ralo.

3. Regras da aposentadoria saem da Constituição

Além de dificultar o acesso à aposentadoria e rebaixar o valor do benefício, a PEC prevê desconstitucionalizar a Previdência Social. Isso significa que regras básicas como idade mínima, tempo de contribuição e reajustes poderiam ser facilmente modificadas por qualquer governo e Congresso de plantão, via Projetos de Leis Completares (PLC).

Atualmente, é preciso 3/5 do Legislativo para aprovar uma mudança na Previdência. Ao desconstitucionalizar, as alterações exigiriam apenas maioria simples. No caso dos deputados, o número necessário cairia de 308 para 257 votos; no Senado, de 49 para 41. Além disso os PLCs tramitam muito mais rapidamente do que as PECs.

Com isso, o governo pode até recuar das medidas mais impopulares pra facilitar a aprovação da PEC e, na sequência, apresentar um PLC para aumentar ainda mais a idade mínima e o tempo de contribuição, além de reduzir o valor das aposentadorias, pensões e demais benefícios. Todas as regras ficam transitórias, temporárias, frágeis. O que vira permanente é a insegurança da população.

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Encontro de Base reúne servidores para debater estratégia da Campanha e aumentar pressão sobre governo municipal

Atividade, que aconteceu no clube Cefol, também contou com análises de conjuntura nacional e local

Há momentos em que a gente precisa parar, pensar e planejar coletivamente. O domingo de 14 de abril foi um desses dias, com a realização do 3º Encontro de Base dos Servidores de Vinhedo, no Centro de Formação e Lazer (Cefol).

Depois de discutirem a conjuntura nacional e municipal, os servidores se concentraram em avaliar a Campanha Salarial 2019 e preparar novas ações.

O foco mais imediato é pressionar o governo para abrir a negociação. Uma das iniciativas é a campanha #NegociaJaime, com fotos dos servidores. Veja no Facebook do SSPV e envie sua foto! Também foram discutidas ideias para outdoors, panfletagens e manifestações. O Encontro de Base também decidiu realizar o ato na Câmara Municipal no dia 22 de abril. A mobilização é essencial para exigir a abertura da negociação, e será ainda mais para defender nossos direitos. Nosso recado já está na ponta da língua: nenhum direito a menos!

A Campanha Salarial foi fortalecida. Nos próximos dias, a mobilização dos servidores fará a diferença!

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Editorial: “Um olho no peixe, outro no gato”

Editorial do Infoserv de abril.

Não tem como separar.

A defesa dos direitos é tanto a nível municipal quanto nacional. Aqui, em Vinhedo, enfrentamos um governo que não dialoga e desrespeita os servidores. Não há retorno sobre a Campanha Salarial e nem sobre o calote do biênio e quinquênio. Sabemos, por experiência, que as vias de negociação com a prefeitura só destravam quando há pressão e quando população e vereadores estão ao nosso lado. Nossos esforços vão por aí e os resultados começam a aparecer na Câmara Municipal.

No âmbito nacional, o principal ataque é contra nossa aposentadoria, com a “Reforma”, que na verdade é a demolição da Previdência. Ainda que o governo federal esteja lá em Brasília, o método de resistência é parecido: pressão sobre os políticos e, principalmente, diálogo com o povo.

O SSPV está se desdobrando para dar conta das duas tarefas, municipal e nacional. Até porque, a Campanha Salarial e a defesa da Previdência estão atreladas. Enquanto uma é para garantir o sustento hoje, outra é para ter o direito de descansar quando estivermos exaustos do trabalho. Como diz o ditado, um “olho no peixe e outro no gato”. Nenhum direito a menos!

Clique aqui e leia o Infoserv de abril.

 

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SSPV organiza debate sobre “Reforma da Previdência”

A Previdência Social é o assunto do momento e envolve toda a população brasileira, dos mais novos até os idosos. É o direito à aposentadoria que está em jogo com o projeto de “reforma” do governo federal. Considerando a falta de pluralidade nos meios de comunicação, é nosso dever oferecer aos servidores e à população em geral um debate qualificado, mostrando o que não está na propagando oficial.

Por isso, o SSPV está organizando o evento “Reforma da Previdência em debate”, com a participação do economista Leandro Horie, do Dieese, especialista no tema. A atividade acontece na próxima quinta-feira (25/04), na Câmara Municipal, às 18h30, e é aberto à toda população.

Convide sua família, amigos e colegas de trabalho. O povo precisa participar da discussão sobre os rumos da nossa Previdência Social!

O QUÊ: “Reforma da Previdência em debate”
QUANDO: Quinta-feira (25/04), 18h30
ONDE: Câmara Municipal de Vinhedo
QUANTO: Gratuito e aberto a toda população

Confirme presença: https://www.facebook.com/events/2325544151053024/