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🗞️📰 INFOSERV CIRCULANDO!

Nesta edição, recapitulamos nossas principais lutas e conquistas no último período. E também divulgamos a Live do Dia do Servidor e a abertura da retirada de Cestas de Natal no Sindicato. Em breve a versão impressa chegará nas mãos de todos os servidores. A versão PDF está disponível em: http://www.servidoresvinhedo.org.br/wp-content/uploads/2021/10/infoserv-site.pdf.
Sindicalize-se! Só a luta muda a vida!
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Sindicato e Cresol: uma parceria para valorizar o dinheiro dos servidores

🧐 Você já ouviu falar em cooperativa de crédito? O sindicato firmou uma parceria para valorizar o dinheiro dos servidores. Confira!

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Servidor, a PEC 32 é o fim do serviço público como conhecemos!

❗ATENÇÃO❗

Se aprovada, a PEC 32/2020 significará, para servidores atuais e futuros:

1. Possibilidade de demissão por desnecessidade do cargo e insuficiência de desempenho sem direito à defesa
2. Em caso de ajuste fiscal, possibilidade de arrocho de salário de até 25%
3. Fim da estabilidade (nem por negociação individual ou coletiva)
4. Ataque ao direito de greve: governantes poderão contratar substitutos rapidamente e sem processo seletivo
5. O servidor estável concursado vai ser gradualmente substituído por trabalhadores com contrato temporário, sem plano de carreira e com direitos reduzidos
6. Concursos públicos serão reduzidos ou até eliminados em todas as carreiras
7. Privatização: escolas e unidades de saúde poderão ter seus serviços prestados por empresas privadas, em substituição à prestação do serviço público
8. Recursos da saúde (SUS) e da educação (Fundeb) serão destinados para empresas privadas com finalidade de lucro
9. Redução da prestação dos serviços públicos, por exemplo, em escolas, postos de saúde ou agências do INSS. Ou seja, mais filas e menos atendimento, menos professores, salas de aula mais cheias, e extinção de órgãos públicos.

Servidor, a PEC 32 é o fim do serviço público como conhecemos! Por isso, DIGA NÃO à destruição do serviço público!

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🔴 28/10: Live do Dia do Servidor

Semana que vem tem Dia do Servidor e tem live do Sindicato. Bora conversar sobre a situação da categoria e do funcionalismo público em Vinhedo e no Brasil. Agende-se!

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Nota das centrais sindicais: Proteger a população e combater a fome é o que há de mais urgente

As centrais sindicais defendem a imediata expansão da proteção de renda para a população carente e vulnerável, para todos que vivem na pobreza, sem emprego e sem nenhum tipo de proteção, através da ampliação do Programa Bolsa Família.

O desgoverno Bolsonaro abandonou a nação à própria sorte. Foge das suas responsabilidades de enfrentar a crise sanitária, atrasa o provimento de vacina, reduz o valor do Auxílio Emergencial e não apresenta política econômica de desenvolvimento, acentuando o desemprego ou gerando emprego precário sem proteção laboral, social, previdenciária e sindical.

O resultado se expressa em cenas dantescas como aquela fotografia capturada no instante em que brasileiros procuravam comida em um caminhão de lixo em Fortaleza ou aquela em que moradores do Rio de Janeiro aglomeraram-se para pegar restos de carne rejeitados por supermercados.

São apenas dois exemplos da triste imagem do Brasil com sua política ultraliberal que despreza o povo, configurada na postura intransigente do mercado em defesa do nefasto Teto de Gastos.

Em números essas imagens expressam o alarmante índice de 55% da população sofrendo insegurança alimentar. São quase 90 milhões de pessoas que passam fome. Também são quase 32 milhões de trabalhadores que estão desempregados, desalentados, trabalham jornada parcial de forma precária ou estão na inatividade precisando de um emprego.

A base desta tragédia é a combinação entre desemprego recorde, volta da inflação e carestia.

Diante disso, propomos que o Congresso Nacional trate com urgência máxima a ampliação da cobertura da proteção de renda através do Programa Bolsa Família que integra ações de proteção de renda, educação, saúde e assistência, articulado com os Municípios e Estados.

Que a renda de proteção seja de R$ 600,00, com as mesmas regras aplicadas pelo Auxílio Emergencial para os casos especiais (p.ex. mães chefe de família R$ 1.200,00).

Que sejam reativadas e criadas políticas de geração de emprego e renda, integradas ao Programa Bolsa Família.

Que a tributação sobre as fortunas, altas rendas e lucros e dividendos seja implementada imediatamente para financiar a proteção social e o investimento público para gerar empregos.

É urgente a imediata revisão da Lei de Teto de Gasto, permitindo que o Estado cumpra suas funções primordiais de indutor do crescimento econômico e promotor da justiça social, com fonte de financiamento estável.

São Paulo, 20 de outubro de 2021

Sérgio Nobre, Presidente da CUT (Central Única dos Trabalhadores)
Miguel Torres, Presidente da Força Sindical
Ricardo Patah, Presidente da UGT (União Geral dos Trabalhadores)
Adilson Araújo, Presidente da CTB (Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil)
José Reginaldo Inácio, Presidente da NCST (Nova Central Sindical de Trabalhadores)
Antonio Neto, Presidente da CSB, (Central dos Sindicatos Brasileiros)
Atnágoras Lopes, Secretário Executivo Nacional da CSP-Conlutas
Edson Carneiro Índio, Secretário-geral da Intersindical (Central da Classe Trabalhadora)
José Gozze, Presidente da PÚBLICA, Central do Servidor
Emanuel Melato, Intersindical instrumento de Luta

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👮‍♀️🙋‍♂️ 22/10: ASSEMBLEIA DOS GUARDAS MUNICIPAIS

Nesta sexta-feira (22/10), a partir das 18h, acontece na sede do Sindicato uma assembleia dos guardas municipais para debate de pauta de reivindicação específica da categoria. Estão todos e todas convocadas. Lembrem de respeitar o distanciamento e usar máscara.
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Entenda por que o gás de cozinha e a gasolina vão continuar encarecendo no país

Governo culpa ICMS, mas participação do imposto caiu e o preço não para de aumentar

Wallace Oliveira | Brasil de Fato

Os preços do gás de cozinha e da gasolina não param de subir. O último aumento ocorreu no dia 9. De acordo com a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), o preço médio do botijão de 13 quilos no Brasil passou de R$ 98,47 para R$ 98,67. A gasolina já aumentou cerca de 57,3% ao longo de 2021. A escalada dos preços tem impacto direto no bolso da população, especialmente os mais pobres.

Ao que tudo indica, essa tendência vai continuar no Brasil, conforme apontam economistas e trabalhadores do setor. A explicação é a política de preços adotada pelo governo federal para a Petrobras, desde 2016, que favorece um seleto grupo de investidores e penaliza milhões de brasileiros.

O que o consumidor final paga pela gasolina e o gás de cozinha é a soma de diversos preços: o que é cobrado na refinaria, impostos federais, como o COFINS e o PIS/PASEP, a cobrança de ICMS, que é um imposto estadual, além do que é cobrado por distribuidores e revendedores.

A mudança veio a partir de 2016, com o governo Temer (MDB) e uma nova política de preços, adotada na Petrobras e mantida nas gestões seguintes, com o governo Bolsonaro. Por essa política, o valor cobrado nas refinarias varia conforme o preço internacional do barril de petróleo (matéria-prima do gás e da gasolina) e a cotação do dólar, no que ficou conhecido como Preço de Paridade Internacional (PPI).


A mudança veio a partir de 2017, com o governo Temer (MDB) e se manteve no Governo Bolsonaro / DIEESE

Perdemos o controle do preço dos combustíveis por escolha do governo

Nos governos Lula e Dilma, entre janeiro de 2003 e outubro de 2016, o preço da gasolina na refinaria caiu cinco vezes e aumentou 17, registrando alta de 116% em 13 anos e 10 meses. Nos cinco anos seguintes, com Temer e Bolsonaro, a gasolina aumentou 94%, somando 189 quedas de preço e 208 aumentos. A diferença é ainda mais gritante quando são comparados os reajustes do gás de cozinha, que subiu 15,5% nos governos Lula e Dilma e 289% nos governos Temer e Bolsonaro.

“Nós perdemos o controle do preço dos combustíveis por uma escolha do governo. Nós produzimos o petróleo aqui, ele é processado nas refinarias brasileiras mas, na hora de vender, ele é precificado como se fosse comprado na Europa. Então, cria-se um valor de custos que não existe e está equiparado ao preço internacional”, explica o petroleiro Alexandre Finamori, diretor do Sindicato dos Petroleiros de Minas Gerais (Sindipetro-MG).

O motivo é a mudança de prioridade da Petrobras, a partir dos governos Temer e Bolsonaro. Agora, o objetivo central da Petrobras é o lucro de curto prazo dos acionistas. “O que os investidores querem neste momento é o lucro máximo. Isto, em uma empresa estatal é uma aberração. Ainda mais em uma estatal cujo produto, se fica muito caro, impacta a sobrevivência da população brasileira”, argumenta.

Mais pobres pagam o preço

A inflação acumulada nos últimos 12 meses, de acordo com o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), foi de 10,25%, ao passo que o botijão subiu 34,67% e a gasolina 39,60%. A maior parte da população, cujo orçamento é muito sensível aos preços desses produtos, sente imediatamente o impacto no próprio bolso. 

Um levantamento da Empresa de Pesquisa Energética (EPE) aponta que, em 2020, o consumo de restos de madeira nas residências brasileiras cresceu 1,8%, em comparação com 2019. Na época da pesquisa, a lenha já havia sido adotada como fonte de energia por 26,1% dos lares.

“A gasolina e o gás de cozinha ganharam uma importância maior no orçamento das famílias. O gás é necessário para a alimentação e a população não têm como substituir esse gasto facilmente. No caso da gasolina, as pessoas associavam esse gasto com famílias de alta renda, que tinham carro. Porém, atualmente, muitos trabalhadores de baixa renda só conseguem se inserir no mercado de trabalho pelo seu carro ou motocicleta”, observa o economista Fernando Duarte, assessor técnico do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese).

A gasolina cara tem impactos no custo do transporte motorizado e na renda dos motoristas remunerados. “Eu estou quase pagando para trabalhar. Hoje em dia, além do dinheiro que fica com a Uber e 99, metade do que fica para mim acaba indo embora no combustível. Não está mais valendo a pena trabalhar em aplicativo”, relata o motorista Rogério Ferreira, de Belo Horizonte.

A culpa não é do ICMS

Desde 2019, o governo têm propagado a ideia de que o preço do combustível e do botijão estão altos em razão da cobrança do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), um imposto estadual, importante no financiamento de políticas de segurança, saúde e educação, entre outras, nos estados e municípios.

Não é correto, porém, atribuir o aumento do preço dos derivados do petróleo a esse imposto. Portanto, uma redução nos impostos não vai reverter a tendência de carestia do gás e da gasolina. “Em 2011, os impostos representavam 40% do preço do litro de gasolina para o consumidor final. Em 2021, a participação dos impostos caiu para 39%, ou seja, o peso é praticamente o mesmo. O que subiu foi a participação da refinaria”, argumenta o economista Cloviomar Cararine, da subseção do Dieese na Federação Única dos Petroleiros (FUP).

Na quarta-feira (13), a Câmara dos Deputados aprovou o texto-base do Projeto de Lei Complementar 11/2020, que estabelece a metodologia de cobrança do ICMS. O texto segue para o Senado. Se for aprovado, fica estabelecido que as alíquotas de ICMS não poderão exceder, em reais por litro, o valor da média dos preços ao consumidor, considerando os dois anos anteriores.

Eulália Alvarenga, economista e especialista em direito tributário, alerta: a proposta retira recursos de áreas essenciais nos estados e municípios e deve ser contestada pelos Estados. “Se essa lei for aprovada, haverá grandes questionamentos na Justiça. É uma ingerência da União nos tributos estaduais e municipais. Se o ICMS é alto, isso não vai ser resolvido legislando indevidamente na questão tributária, só porque o governo não quer enfrentar a questão da política de preços da Petrobras”, avalia.

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Com maior taxa para setembro desde o Real, inflação rompe os 10% e segue acelerando

Além dos combustíveis, que não param de aumentar, energia sobe 29% em 12 meses, gás de botijão, 35% e carne, 25%

Vitor Nuzzi | Rede Brasil Atual

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) subiu 1,16% no mês passado. Assim a inflação oficial em setembro é maior do ano e a mais alta para o mês desde 1994, no início do Plano Real. Agora, o indicador oficial de inflação no país soma 6,90% no ano – mais do que em todo o ano de 2020 – e em 12 meses rompe a marca de dois dígitos, chegando a 10,25%, marca superada em algumas regiões, segundo os dados do IBGE divulgados nesta sexta (8). Já o INPC anual se aproxima dos 11%. Oito dos nove grupos pesquisados alta no mês passado. Mais uma vez, o instituto destaca os aumentos da tarifa de energia elétrica e do preço dos combustíveis, entre outros itens. Como gás encanado e de botijão.

Falta de chuva

Apenas a energia acumula alta de 28,82% em 12 meses. “A falta de chuvas tem prejudicado os reservatórios das usinas hidrelétricas, que são a principal fonte de energia elétrica no país. Com isso, foi necessário acionar as termelétricas, que têm um custo maior de geração de energia”, comenta o gerente do IPCA, Pedro Kislanov.

Com a bandeira “escassez hídrica” e reajustes em algumas áreas, o custo médio da energia subiu 6,47% em setembro. Isso influenciou o resultado do grupo Habitação (2,56%). A taxa de água e esgoto também aumentou (0,37%), com mais reajustes regionais. O IBGE apurou ainda alta tanto do gás encanado (0,29%) como do gás de botijão (3,91%), que já acumula preço 34,67% maior em 12 meses.

Combustíveis ainda pesam

Já o grupo Transportes subiu 1,82%, ainda mais do que em agosto (1,46%), com o peso dos combustíveis (2,43%). Segundo o IBGE, a gasolina aumentou 2,32%, em média (39,60% em 12 meses), e o etanol, 3,79%. Outras altas vieram do gás veicular (0,68%) e do óleo diesel (0,67%).

Além desses itens, o transporte por aplicativo voltou a subir, 9,18%, bem mais do que no mês anterior (3,06%). Depois de queda em agosto, as passagens aéreas aumentaram 28,19%. O instituto registrou ainda elevação em automóveis novos (1,58%), usados (1,60%) e motocicletas (0,63%), além da tarifa de ônibus intermunicipais (0,19%).

Alimentos sobem menos

Alimentação e Bebidas, por sua vez, variou menos: de 1,39%, em agosto, para 1,02%. Produtos para consumo no domicílio subiram 1,19%, com destaque para frutas (5,39%, com peso de 0,05 ponto percentual na taxa geral), café moído (5,50%, somando 28,54% em 12 meses), frango inteiro (4,50%) e em pedaços (4,42%). Também aumentaram os preços médios de batata doce (20,02%), batata inglesa (6,33%), tomate (5,69%) e queijo (2,89%). Do lado das quedas, o IBGE cita cebola (-6,43%), pão francês (-2%) e arroz (-0,97%). Depois de sete meses, o preço das carnes caiu (-0,21%). Mas soma 24,84% nos últimos 12 meses.

Fora do domicílio, a alta foi de 0,59%. A refeição subiu 0,94%, enquanto o lanche caiu 0,35%. Aumentaram ainda os preços da cerveja (1,32%), refrigerante e água mineral (1,41%).

Entre as áreas pesquisadas, o maior índice de inflação em setembro foi apurado no município de Rio Branco (1,56%) e o menor, em Brasília (0,79%). Na região metropolitana de São Paulo, 1,01%. Em 12 meses, o IPCA varia de 8,74% (Grande Rio de Janeiro) a 13,01% (Grande Curitiba), atingindo 9,73% em São Paulo. Também atinge dois dígitos em Recife (10%), Goiânia (10,29%), Belo Horizonte (10,30%), Fortaleza (11,19%), Campo Grande (11,25%), São Luís (11,27%), Porto Alegre (11,35%), Vitória (11,52%) e Rio Branco (12,37%).

Desde julho, o IBGE iniciou, de forma gradual, a coleta presencial de preços. Desde março do ano passado, o serviço vinha sendo feito via internet, por telefone ou e-mail, devido à pandemia.

Referência de inflação oficial em negociações salariais, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) subiu 1,20%, também no maior resultado para setembro desde 1994. Está acumulado em 7,21% no ano e em 10,78% nos últimos 12 meses.

De acordo com o IBGE, produtos alimentícios subiram 0,94% no mês passado. Os não alimentícios tiveram alta de 1,28%.

Variações em 12 meses (IPCA)

Gasolina 39,60%

Gás de botijão 34,67%

Etanol 64,77%

Passagem aérea 56,81%

Café moído 28,54%

Tomate 24,32%

Frango 28,78%

Carnes 24,84%

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EDITAL DE CONVOCAÇÃO DAS ELEIÇÕES E DA ASSEMBLEIA ELEITORAL

SINDICATO DOS TRABALHADORES NO SERVIÇO PÚBLICO MUNICIPAL DE VINHEDO
EDITAL DE CONVOCAÇÃO DAS ELEIÇÕES
EDITAL DE CONVOCAÇÃO DA ASSEMBLEIA ELEITORAL
Pelo presente Edital, a Diretoria do Sindicato dos Trabalhadores no Serviço Público Municipal de Vinhedo, através do seu Presidente, Donizete Vicente Ribeiro, faz saber, nos termos do artigo 41 e seguintes do Estatuto Social, que nos dias 22 e 23 de novembro de 2021, será realizado o processo eleitoral através de escrutínio secreto para escolha da Diretoria Executiva e respectivos Suplentes, bem como do Conselho Fiscal e respectivos Suplentes, para o triênio 2021/2024. Caso não seja obtido quórum estatutário ou ocorra empate entre as chapas, em primeiro escrutínio, fica desde já convocado o segundo escrutínio a ser realizado nos dias 06 e 07 de dezembro de 2021, nos mesmos horários e locais do primeiro escrutínio. A Coleta de votos ocorrerá através de urnas fixas e itinerantes, sendo uma urna fixa na Sede da Entidade que funcionará das 08h00min até as 17h00min durante os dias de votação, e urnas itinerantes que percorrerão os principais locais de trabalho dos associados aptos a votar, que poderão ser instaladas de acordo com a necessidade do roteiro de urnas a ser elaborado pela comissão eleitoral. No dia 22/11/2021, as urnas itinerantes poderão funcionar das 05h00min até as 20h00min, e no dia 23/11/2021, das 05h00min até as 17h00min, de acordo com a necessidade estabelecida pela comissão eleitoral em cada urna. Em eventual segundo escrutínio, a urna fixa ficará aberta das 08h00min as 17h00min, durante os dias 06 e 07 de dezembro de 2021, e as urnas itinerantes que poderão funcionar no dia 06/12 das 05h00min até as 20h00min, e no dia 07/12, das 05h00min até as 17h00min. A inscrição de Chapas ocorrerá nos dias 25, 26, 27, 28 e 29 de outubro de 2021, das 8h às 17h, na Sede da Entidade, localizada na Rua Aníbal Lélis de Miranda, 140, Centro, Vinhedo/SP. O Sindicato estará aberto todos os dias, inclusive nos dias 28 e 29/10 para registro de chapas. Os interessados deverão formalizar requerimento, devidamente acompanhado dos documentos exigidos para o registro da chapa, que deverá ser endereçado à Comissão Eleitoral. Ficam ainda convocados todos os associados da entidade, desde que preenchidos os requisitos estatutários, a participarem da Assembleia Eleitoral para eleição da Comissão Eleitoral, a ser realizada no dia 25 de outubro de 2021, as 17h00min em 1ª convocação, e as 17h30min em 2ª convocação, na Sede da Entidade, localizada na Rua Anibal Lélis de Miranda, 140, Centro, Vinhedo/SP. Tendo em vista o respeito ao Princípio da Publicidade, este é o Edital Completo, inexistindo qualquer aviso resumido. Cópia do presente edital será afixada na Sede do Sindicato.
Vinhedo, 20 de outubro de 2021.
Donizete Vicente Ribeiro – Presidente.
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📝 HOJE: ASSEMBLEIA DE PRESTAÇÃO DE CONTAS

Hoje (18/10) temos assembleia de prestação de contas do ano de 2020. Tudo na ponta do lápis! A primeira chamada é às 17h e a segunda às 17h30. Será na sede do Sindicato, na rua Aníbal Lélis de Miranda, respeitando o distanciamento e com uso de máscaras. Todos os servidores e servidoras estão convidados.